Feeds:
Posts
Comentários

Archive for setembro \25\-03:00 2009

pensamento2

O que vou fazer daqui para frente? Como vejo o que eu fiz até agora? Quais as ações que preciso realizar para chegar onde quero?

São algumas perguntas que todos nós deveríamos fazer para ter um futuro melhor. No meu caso, hoje andei pensando que este é um momento que devo refletir sobre mim, domingo aconteceu uma coisa chata, uma coisa que nunca ocorre quando eu toco, fiquei tenso, deu tremedeira mesmo, música pra mim faz parte da minha alma, nunca fiquei nervoso com público nenhum. Acontece que eu estava vivendo um momento difícil, no qual me deixa em muita dúvida, por isso do nervosismo, a melhor coisa para uma questão, é você ter certeza, do sim ou do não, mas ficar em cima do muro, é muito torturador.

Então, parei para analisar: eu preciso pensar na minha vida, cadê aquele Edson que tocava, sem se preocupar com quem estava vendo?

Um amigo disse que o profeta Moisés, Jesus Cristo, se isolaram para refletir sobre a vida e os mistérios de Deus, mas não posso fazer isso, e nem sou nenhum profeta, mas recuperar o equilíbrio é o melhor caminho, ninguém e nem nada pode afetar isso, devo ler, procurar ajuda, pensar um pouco(senão sai fumaça, rs)e principalmente a ajuda de Deus.

Eu  percebi que não devo me apegar a pessoas e muito menos a coisas, quando não dá certo o relacionamento com uma mulher que eu goste de verdade, é um sofrimento danado, quando perdi uma Banda uns tempos atrás, foi outro sofrimento…  mas vendo agora, todas essas moças que perdi, ou aquela banda que acabou, algum tempo depois já havia outras mulheres, e também já tinha tocado com muitas outras bandas.

Percebo hoje, que ninguém, realmente ninguém é capaz de satisfazer plenamente nossa felicidade. A felicidade depende somente de nós, porque esperar a felicidade em alguém é perda de tempo. O que pensamos é o que somos, frases feitas, mas que fazem muito sentido.

Qual o motivo do meu nervosismo aquele dia? Simples, influência externa, causada por uma pessoa. O que devo fazer? isolar esta pessoa não deixa-lá, tomar conta da situação, que parece ser uma pessoa imatura ou ruim mesmo.

Ninguém pode ocupar nossa mente, e roubar nossa felicidade, seja pai, mãe, namorada, amigo, etc e tal.

Ando pensando em muitos projetos, muitas coisas, porque o homem vive de sonhos e projetos, mas antes disso preciso controlar meus sentimentos, não quero ter raiva, ciúmes, mágoas ou qualquer outro sentimento negativo, porque muita gente se perde na vida por isto.

Muita gente pode pensar: “Isso é bobagem!”, mas será que não deveríamos perguntar, porque um bêbado vive naquela situação? Ou porque uma pessoa que era saudável, está em um hospício ou num centro de recuperação de drogados?

Sei que não é fácil, e que talvez nem consiga, mudar as coisas totalmente, mas com certeza, eu não vou sentir tanta falta de algo, como sentia a muito tempo atrás, porque realmente o que a gente leva nesta vida é o que a gente aprende com o correr dos anos e fazendo isso agora, eu vou ser um idoso muito sábio, se Deus quiser.

Read Full Post »

NelsinhoMuitos dizem que a Fórmula 1, é um lugar  onde rola muito dinheiro, muita tecnologia de ponta, mas também muita baixaria, e essa do Nelsinho é de cair o queixo.

Para quem gosta de esportes e de F1, isso acaba com a moral dos brasileiros no esporte. Para quem já teve um Airton Senna, Emerson Fittipaldi, entre outros, isso que ocorreu foi muito triste. Mas quem sou eu pra julgar, mas que ele pisou na bola pisou e muito feio. Até onde você deve vender teu caráter para se dar bem em alguma coisa?

Nunca fui com a cara daquele moleque, mas não poderia imaginar que iria fazer uma coisa dessa.

O que rola de verdade na Fórmula 1? O dinheiro e a ganância de ganhar a qualquer custo, fazem os donos das Escuderias  a fazer qualquer coisa para ganhar um corrida ou campeonato.
A Maclaren este ano com Hamilton, também aprontaram, a mesma em 2007, perdeu todos pontos da equipe no campeonato, por espionagem.
Se isso foi descoberto e o Nelsinho é réu confesso, o que será que já aconteceu neste mundo nefasto da Fórmula 1?
E o contrato do Rubinho com a Ferrari, que obrigava a dar preferência ao Alemão?
Pra ser sincero, está perdendo a graça a Fórmula 1, por essa e outras. E o quê mais irão  descobrir deste mar de lama chamado  Fórmula 1?

Entenda o caso

Fonte: Folha Online

O piloto brasileiro Nelsinho Piquet confirmou à FIA (Federação Internacional de Automobilismo) que provocou propositalmente o acidente no GP de Cingapura de F-1 do ano passado para favorecer seu companheiro na Renault, o espanhol Fernando Alonso.

O depoimento, prestado na condição de delação premiada, ou seja, com garantia de que não haverá punição ao piloto, foi divulgado nesta quinta-feira pelo site “F1SA“. Procurada pela reportagem da Folha Online, a assessoria de imprensa do piloto disse que ainda não foi informada sobre a veracidade do dossiê.

“Eu, intencionalmente, causei o acidente, perdendo o controle do carro pouco antes da curva. Para ter certeza de que provocaria a batida na volta certa, perguntei diversas vezes no rádio o número da volta, o que não faço normalmente”, diz trecho da carta assinada por Nelsinho.

Segundo o dossiê, Nelsinho foi orientado pelo chefe da equipe Renault, Flavio Briatore, e o engenheiro-chefe da escuderia francesa, Pat Symonds, a sacrificar sua prova em benefício de Alonso.

A orientação de como deveria ser o acidente foi dada por Symonds. O brasileiro deveria bater entre as voltas 13 e 14 da prova, na curva 17, um local que obrigaria a entrada do safety car na pista.

Alonso foi para seu pit stop antes de todo mundo, pouco antes da batida. Em seguida, foi beneficiado pela entrada do carro de segurança e acabou mantendo a primeira colocação até o final, vencendo a prova.

“Após as discussões com o Sr. Briatore e o Sr. Symonds, a armação do acidente nunca foi discutida novamente. O Sr. Briatore disse ‘obrigado’ depois do fim da prova e não falou mais nada. Não sei se alguém tinha conhecimento desta estratégia no início da corrida”, diz Nelsinho no depoimento.

Ainda segundo o documento, Nelsinho aceitou a proposta feita pela alta cúpula da Renault por estar “em um estado mental e emocional muito frágil”. O piloto não tinha garantias de que seu contrato seria renovado para 2009 e se dizia pressionado por Briatore, que também era seu empresário.

A relação entre o piloto e o chefe da escuderia se deteriorou de vez na atual temporada. Após trocas públicas de farpas, o brasileiro foi dispensado da Renault. Segundo a revista “Autosport”, a suposta armação no GP da Cingapura foi denunciada pelo pai de Nelsinho, o tricampeão mundial Nelson Piquet, que ficou indignado com a demissão do seu filho.

A FIA já convocou uma reunião extraordinária do Conselho Mundial, no próximo dia 21, para julgar o caso, que pode se transformar num dos maiores escândalos da história da F-1.

Mais que isso, pode fazer com que a Renault deixe a categoria. Insatisfeita com os resultados dos últimos anos, a montadora já vem há algum tempo cogitando a hipótese de sair.

O time diz que só irá se pronunciar após o julgamento. À “Autosport”, Briatore disse estar sendo “vítima de extorsão da família Piquet”.

Read Full Post »

Eu gostaria que inventassem uma maneira de esquecer algumas coisas que acontecem, como mulher briguenta por exemplo, mas isso não vem ao caso. Enquanto espero descobrirem, algumas coisas são impossíveis de inventarem  um dia, outras podem se tornar realidade.

Órgãos humanos produzidos em laboratório. Carros voadores. Colónias em Marte. Cyborgs capazes de comunicar por telepatia. Este futuro já não é só ficção científica. A realidade pode estar aqui à porta.

Carros voadores

carrovoadorCriar veículos capazes de circular tanto em terra como no ar é uma ambição quase tão antiga quanto a aviação. O primeiro carro voador foi projectado por Glenn Curtis em 1917, apenas 14 anos depois do primeiro voo dos irmãos Wright, mas o veículo – de alumínio, com três asas e uma hélice na traseira – não foi capaz de dar mais que uns pequenos saltos. Após quase um século de promessas adiadas, a realidade parece estar cada vez mais próxima. Entre as várias propostas em desenvolvimento está o Transition, um pequeno avião capaz de circular em qualquer estrada depois de dobrar as suas asas.

“Não é bem um carro voador ao estilo dos Jetsons, mas mais um avião que também pode ser conduzido em terra”, explicou ao Expresso Anna Mracek Dietrich, directora da Terrafugia, a empresa que pretende comercializar a invenção a partir de 2011. Apesar dos avanços tecnológicos, Dietrich considera que uma sociedade semelhante à idealizada na série “Os Jetsons”, com o céu congestionado de carros voadores, é ainda uma utopia. “Em primeiro lugar, seria necessário instalar uma espécie de heliporto em cada casa, o que não é um investimento prático e não protegeria as janelas do vizinho das pedras que poderiam ser projectadas. Depois, operar um veículo voador implica muito treino e a maioria das pessoas não estão interessadas ou não têm os recursos para o ter.”

Viver em Marte

marte-1“A Terra é o berço da Humanidade, mas ninguém pode viver eternamente no berço.” A ambição de Konstantin Tsiolkovsky, o pai da astronáutica russa, assumida há quase um século, continua hoje mais actual do que nunca. A conquista de novos mundos saiu há muito dos guiões de Hollywood para as agendas estratégicas das principais agências espaciais. A NASA, por exemplo, quer regressar à Lua em 2018, para começar a instalar uma base que abrirá caminho à colonização lunar. Será um passo intermédio para um objectivo bem mais ambicioso: pisar pela primeira vez a superfície de Marte, o que deverá acontecer lá mais para 2037. Seguir-se-ão missões a cada 26 meses, durante duas décadas, para preparar a possível colonização do Planeta Vermelho.

Apesar da superfície de Marte não ser muito diferente de alguns desertos terrestres e de as temperaturas serem, em todo o Sistema Solar, as mais próximas das que conhecemos (entre os 22º C, de dia, e os -70º C, à noite nas suas regiões equatoriais), subsistem ainda obstáculos importantes à concretização do projecto. A existência de água no subsolo do planeta é uma incógnita e o ar (composto em 95 por cento por dióxido de carbono) é irrespirável, pelo que um dos principais desafios passa pela criação de espaços que permitam modificar a atmosfera do planeta.

Viajar no tempo

de_voltaCarro do filme: “De volta para o futuro”

“Se, a princípio, a ideia não é absurda, então não há esperança para ela.” A frase, de Albert Einstein, pode até incentivar a ousadia científica, mas poucos físicos se atreverão hoje a admitir a possibilidade de se viajar no tempo. Apesar de improvável, a ideia não é impossível à luz das leis da física, tendo como ponto de partida a teoria da relatividade de Einstein. Para que se torne uma realidade, é preciso, por exemplo, conseguir viajar mais depressa que a velocidade da luz. Alguns físicos admitem que isso seria possível através do desenvolvimento de “buracos de verme”, atalhos cósmicos que funcionam como ligações entre regiões do universo.

A intensa gravidade destes túneis seria suficiente para desintegrar a estrutura do espaço-tempo, funcionando assim como janelas para viajar no tempo. Mais do que a tecnologia, os maiores obstáculos estão relacionados com determinados paradoxos de casualidade. O que aconteceria, por exemplo, se alguém viajasse no tempo para matar o próprio avô ou impedisse, de outra forma, os pais de se juntarem? Como poderia então estar ali?

Fábricas de órgãos

anatomia-interna-do-rimE se, um dia, o corpo humano pudesse ser tratado como uma máquina? Se as peças de origem, depois de gastas ou danificadas, pudessem ser substituídas por outras semelhantes, fabricadas “à medida”? A promessa deixou há muito de pertencer ao domínio da utopia. Num futuro não muito distante, tecidos e órgãos desenvolvidos em laboratório, muitas vezes usando células do próprio paciente, serão usados para tratar desde lesões traumáticas a doenças hoje incuráveis, como Parkinson, Alzheimer ou diabetes.

Existem já experiências de sucesso na regeneração de ossos, cartilagens e pele, no tratamento de pacientes com problemas na córnea e até no transplante de bexigas e, mais recentemente, de uma traqueia, produzidas a partir de células estaminais. O Frankenstein do futuro não será um monstro, mas sim um homem com a capacidade de regeneração de uma salamandra.

Clones humanos

clonesApesar de controversa, a clonagem de humanos pode ser uma possibilidade tecnicamente viável dentro de alguns anos, admitem muitos cientistas. Os avanços que se estão a produzir na clonagem terapêutica – que, espera-se, irão permitir a substituição de tecidos danificados, órgãos em falência e até membros perdidos com recurso a células estaminais obtidas a partir do ADN de um paciente – poderão, em teoria, ser usados para clonar uma pessoa.

Ainda que a comunidade científica desconfie do feito anunciado por Severino Antinori, um especialista italiano em fertilidade que admitiu recentemente ter criado três clones, hoje com nove anos, muitos admitem que esta realidade será inevitável, independentemente das muitas questões éticas que levanta. O procedimento é considerado ilegal em alguns países, mas não foi ainda alcançado um consenso global para a sua proibição, como era intenção dos EUA.

Cyborgs

celebrity_cyborgs_01É outra das fantasias clássicas da ficção científica, popularizada em filmes como “Exterminador Implacável” ou “Robocop”. A ideia de uma sociedade dominada por homens-máquina pode parecer do domínio da utopia, mas a realidade está a poucas décadas de distância. Essa é, pelo menos, a convicção de Kevin Warwick, considerado o primeiro cyborg da Humanidade, depois de ter implantado um chip no braço esquerdo que realizava automaticamente algumas tarefas, como abrir e fechar portas ou acender e desligar luzes.

Warwick, professor e investigador em Cibernética na Universidade de Reading, no Reino Unido, acredita que, já a partir da segunda metade deste século, o mundo será dominado por cyborgs, munidos de implantes cerebrais que lhes permitirão comunicar telepaticamente. “Os humanos serão uma espécie de subespécie, que comunicará de uma forma extremamente primitiva e limitada”, afirmou ao Expresso. O desafio, no próximo meio século, será, por isso, definir o que é humano.

Invisibilidade

mulher-invisivel-5bcc9Tema comum nas narrativas da ficção científica, a invisibilidade tem sido transportada progressivamente para o domínio da ciência real. De tal forma que existem vários grupos a trabalhar para que seja uma realidade dentro de alguns anos. A opção mais promissora está longe do “Homem Invisível”, de H.G. Wells – nascido de uma série de experiências químicas que terão, presumivelmente, alterado as suas moléculas de modo a que estas não fossem absorvidas pela luz -, mas é familiar aos fãs de Harry Potter: passa pela criação de uma espécie de capa de invisibilidade capaz de desviar a luz dos objectos, tornando-os invisíveis.

A solução pode estar num novo tipo de substâncias, conhecidas como metamateriais, com propriedades electromagnéticas muito diferentes dos materiais comuns. Enquanto estes têm um índice de refracção positivo, os metamateriais apresentam um índice negativo, permitindo camuflar o objecto. A invisibilidade funcionaria assim como uma espécie de dispositivo de camuflagem, nem sempre perfeito (a absorção total da luz é um desafio extremamente complexo, aumentando em dificuldade à medida que aumenta o tamanho do objeto), mas bastante convincente e eficaz para os olhares menos atentos.

Read Full Post »

vab-fotooficial

Infância e iniciação musical

Nascido em uma família de classe média do Rio de Janeiro, Victor, desde pequenino, sempre se mostrara interessado por música. Seus familiares, percebendo tal afeição pela arte, sempre o incentivaram e garantiram a ele um ambiente propício a sua educação musical. Cresceu portanto ouvindo boa música, do clássico ao jazz. Seus primeiros instrumentos foram uma gaita e uma bateria, que ganhara ainda criança. Com eles, Victor começou a tocar e a praticar as músicas que ouvia, sempre tendo o jazz como preferência. Mas foi só aos dezessete anos que ganhou de uma tia o instrumento que o consagraria, um saxofone alto.

Um novo mundo se abrira para Victor. Ele realmente gostava de sua gaita, e sempre copiava os solos dos discos de jazz que ouvia. Mas ela era muito limitada, sem recursos. Seu novo instrumento, por outro lado, o saxofone, era o mesmo utilizado pelos seus ídolos. Logo Victor começou a praticá-lo incansavelmente e mesmo sem nunca ter estudado formalmente música, começou a apresentar-se ao público, seja na escola onde estudava ou nas festas dos amigos. Em 1963, faz a sua primeira gravação, amadora, na casa de um amigo. Em 1964 passa a freqüentar as boates da zona sul, onde dava “canjas” nas jam sessions, prática comum na década de 60. Sob forte influência da bossa-nova e do jazz, Victor começa a desenvolver-se como um exímio improvisador, tanto que apenas um ano depois já estreava como profissional, na inauguração do “Clube de Jazz e Bossa” em Copacabana.

Primeiros discos, concursos e estudos no exterior

Em 1966 lança seu primeiro disco, o LP Desenhos, que foi recebido com muito entusiasmo pela crítica especializada, chegando a ser citado como o “primeiro grande disco de Jazz gravado no Brasil”[carece de fontes?]. Com o intuito de aprimorar seus conhecimentos teóricos e sua técnica começa a estudar com o saxofonista e maestro Paulo Moura. Ainda no mesmo ano viaja para Áustria e participa do Concurso Internacional de Jazz em Viena ganhando o terceiro lugar entre os saxofonistas. Depois do concurso permanece na Áustria estudando por quase um ano. No mesmo período inscreve-se no Festival de Jazz de Berlim, Alemanha, e obtém o título de melhor solista do Festival, além de uma bolsa de estudos na Berklee College of Music, Estados Unidos, considerada uma das melhores escolas de música do mundo.

Volta ao Brasil, antes de ir para a Berklee, e lança seu segundo disco, o LP Trajeto, também sucesso na crítica especializada. Em 1967 e 1968 fez apresentações com quartetos e quintetos empreendendo turnês por vários estados brasileiros. Seu espetáculo, Calmalmas, era patrocinado pela USIS e consistia em apresentações em teatros, universidades, rádio e TV.

Graduação na Berklee College of Music: evolução e amadurecimento

Em 1969 viaja para os Estados Unidos e conclui seus estudos no ano de 1973. Durante o período de sua graduação, Victor evolui e amadurece musicalmente. Desponta como um compositor hábil que consegue unir os elementos do Jazz, clássico e MPB fundindo-os com maestria, em uma união quase perfeita entre harmonia e melodia. Em uma de suas férias, em 1970 viaja ao Brasil para gravar mais dois discos, os LP’s Victor Assis Brasil toca Antônio Carlos Jobim, lançado no mesmo ano, e Esperanto, lançado em 1974. Ambos os discos, quando lançados, também foram muito bem recebidos pela crítica.

Regresso ao Brasil

Em 1974 muda-se definitivamente para o Brasil. Retoma sua carreira profissional, empreendendo viagens pelos diversos estados. Grava um disco em concerto, no Teatro da Galeria. Em 1976 apresenta a composição Suite para Sax Soprano e Cordas, executada pela Orquestra Sinfônica Nacional, sob a batuta do maestro Marlos Nobre. Em 1977 participa dos concertos no Museu de Arte Moderna e na Concha Verde, no Rio de Janeiro. No mesmo ano compõe trilhas sonoras para o cinema e televisão. Em 1978 é o destaque do Festival de São Paulo, deixando platéia, críticos e músicos impressionados.

Últimos anos e morte

Em 1979 grava seus últimos discos, os LP’s Victor Assis Brasil Quinteto e Pedrinho: Victor Assis Brasil Quarteto. Esta fase, que compreende os três anos que antecedem sua morte, é marcada como o ponto alto de sua carreira, onde ele consegue demonstrar mais claramente toda a maturidade de sua musicalidade. É nesta fase também que começam a surgir os problemas de saúde que o levaram à morte.

Por fim, Victor Assis Brasil falece no Rio de Janeiro no dia 14 de abril de 1981, vítima de uma doença circulatória rara e grave, a periartrite nodosa.

Reconhecimento nacional e internacional

Embora tenha estudado fora do país, Victor consolidou sua carreira profissional no Brasil, mas mesmo sendo um músico consagrado, era mais reconhecido no exterior do que em seu próprio país, e isso lhe doía muito. Apesar de ser aclamado como um mestre em um estilo originalmente americano, o jazz, Victor nunca esquecera suas raízes brasileiras, e sempre as expressou musicalmente seja em suas composições, seja em suas performances. Como músico enfrentou muitas dificuldades financeiras, principalmente porque os brasileiros não têm uma cultura de apreço à música instrumental.

Read Full Post »

Juarez Barcellos

Educação musical

Cá Minhando

Só algumas histórias

SporeModding

Modificações, tutoriais, dicas e notícias sobre o universo Spore!

CORINTHIANS - Uma Nação

Histórias e notícias de um grande clube

BLOG DO RONALDO

Um espaço para reflexão sobre a vida e a sociedade

blog into mystery

Celebrating the Best and Worst in Comics

colmhogan.wordpress.com/

Music, Culture & Technology.

Cavalcade of Awesome

All Pax. All Nude. All the Time.

backtothemusic

time travelling through iTunes

%d blogueiros gostam disto: