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Archive for the ‘ciência’ Category

O que é a Lei da Atração?

lei-da-atraçãoVocê provavelmente já ouviu falar muito sobre afirmações da Lei da Atração … e você provavelmente está se perguntando se, e como, elas funcionam.

Afirmações funcionam. Elas são uma parte importante de se manifestar e trazer sonhos da imaginação para a realidade. Mas, o elemento crítico é a crença. Sem a crença – se você sentir que você está mentindo para si mesmo – a afirmação não irá gerar os resultados desejados. Por quê? Porque a sua vibração (sua crença) tem de corresponder ao seu desejo. É assim que os dois vão ser reunidos.

Se você está afirmando, “eu ganho R$ 50.000 por mês do meu negócio” ainda não têm sequer um cartão impresso de negócios ou colocou uma propaganda lá fora, mostrando que você está no negócio … então você vai ter uma grande discrepância entre o que é, e o que pode ser. Mas, para fazer esses 50 mil por mês, você tem que visualizá-lo e falar sobre isso, certo? Assim, como superar a discrepância? Como você se move do “ver para crer” (ver a situação atual e zero resultados e nenhuma prova de que as afirmações funcionam) para uma mentalidade de “Crer para ver”, onde você permite que o processo criativo se desenrole?

A Lei da Atração é muito simples e direta: você atrai o que você acredita. Se você diz uma afirmação e imediatamente surge uma nuvem de dúvida – “como vou conseguir isso” ou “quem iria querer o que eu tenho para oferecer” você só vai ficar frustrado já que sua realidade corresponde, sem esforço, à sua vibração. Toda vez, sem falhar, você vai atrair o que você espera.

Muitos proponentes modernos dizem que a Lei da atração tem suas raízes na Física Quântica, mas nenhum cientista ou publicação apoiou as supostas credenciais científicas desta teoria . De acordo com os proponentes desta lei, os pensamentos possuem uma energia que atrai energias semelhantes Para controlar esta energia, os proponentes dizem que as pessoas devem praticar quatro coisas:

  • Saber o que você quer.
  • Pensar no que você quer com bastante convicção .
  • Sentir e se comportar como se o objeto de seu desejo está a caminho.
  • Estar aberto para recebê-lo.

Pensar no que você não tem, dizem, manifesta-se em não ter, enquanto que se alguém adere a estes princípios e evita pensamentos “negativos”, o Universo irá manifestar os desejos da pessoa.

Pensamento positivo sempre é importante para todos que querem algo.

Cito uma experiência própria do autor: Quando comecei a tocar saxofone, (alguns anos atrás, uns 20 aninhos, rs) coloquei na minha cabeça que um dia iria tocar como se estivesse assobiando, claro, hoje em dia não toco como se estivesse assobiando, mas consigo tocar bem e também improvisar, por isso é importante, quando temos uma questão que acaba dando errada,  perceber onde o pensamento negativo influenciou nisso.

Pensamento positivo sempre!!!

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chuva

A chuva inspira poetas, dá vontade de dormir o dia inteiro sem querer sair de casa, também dá raiva de não poder fazer o que quer sem se molhar, mas a chuva é um dos elementos naturais mais importantes para nossa sobrevivência e como tudo tem suas curiosidades.

Chuva é um fenômeno meteorológico que consiste na precipitação de gotas de água no estado líquido sobre a superfície da Terra. A chuva forma-se nas nuvens. Nem todas as chuvas atingem o solo, algumas evaporam-se enquanto estão ainda a cair, num fenômeno que recebe o nome de virga e acontece principalmente em locais de ar seco.

A chuva é um fenômeno climático que ocorre da seguinte forma:

1º – A água, quando é aquecida (pelo Sol ou outro processo de aquecimento), evapora e se transforma em vapor de água;

2º – Este vapor de água se mistura com o ar e, como é mais leve, começa a subir;

3º – Formam-se as nuvens carregadas de vapor de água (quando mais escura é a nuvem mais carregada de vapor de água condensado)

4º – Ao atingir altitudes elevadas ou encontrar massas de ar frias, o vapor de água condensa, transformando-se novamente em água;

5º – Como é pesada e não consegue sustentar-se no ar, a água acaba caindo em forma de chuva.

Existem regiões do mundo em que ocorrem poucas chuvas. Nos desertos (Saara, Atacama, Arábia), por exemplo, o índice de umidade é baixíssimo. Isto dificulta a formação de nuvens e das chuvas. Já em regiões como a Floresta Amazônica, as chuvas ocorrem em grande quantidade em função do alto índice de evaporação da água.

A chuva tem papel importante no ciclo hidrológico. A quantidade de chuvas é medida usando um instrumento chamado pluviômetro, de funcionamento simples: a boca de um funil de área conhecida faz a coleta das gotas de chuva e as acumula em um reservatório colocado abaixo do funil. Um observador vem no tempo de amostragem (1 vez por dia, 4 vezes por dia etc), e com uma pipeta com escala graduada, mede o volume de água acumulado no período. Por exemplo, ele pode ter medido que caiu 25 mm por metro quadrado nas últimas 24 horas.

Para maior precisão no registro das alturas de chuvas utiliza-se um aparelho denominado de pluviógrafo que registra num gráfico as alturas de precipitações em função do tempo. A este gráfico denomina-se pluviograma.

Som de chuva pra relaxar:

Medida da Chuva

O sistema usado na medição de chuva é muito simples, compreende medir a altura da área alagada (em qualquer unidade métrica) em concordância com o tempo, geralmente usam o dia inteiro (com 24 horas) mas dependendo da intensidade, usam-se a hora inteira ou até mesmo minutos em casos de ciclones ou tromba d’agua.

25 mm de chuva coletado em um recipiente (aberto) qualquer por hora ou uma polegada/hora é média de precipitação medida para determinada região.

Nota: o recipiente deve ter paredes verticais com fundo plano, nivelado na horizontal, não importando que (o fundo) seja cilíndrico, quadrado ou retangular.

Como o sistema métrico de comprimento tem equivalência em outras unidades prevalece o Sistema Internacional de Unidades de Medida para medir a taxa de precipitação expressa em unidades do SI, nesse caso dada em: (kg/m²/s).

Durante a formação da precipitação, gotas pequenas crescem por difusão de vapor de água, a seguir elas podem crescer por captura de gotas menores que se encontram em sua trajetória de queda ou por outros fenômenos. A aglutinação das partículas de água chama-se coalescência das nuvens.

Previsão de Chuvas

As estações meteorológicas conseguem prever as chuvas, pois observam as imagens de satélites que mostram a posição e o deslocamento das massas de ar. Com dados de outros fatores (umidade, ventos, temperaturas) conseguem prever, com elevado índice de precisão, o horário e quantidade de chuvas.

Tipos de Chuvas

Há dois tipos básicos de precipitação: estratiformes e convectivas.

As precipitações podem estar associadas a diferentes fenômenos atmosféricos sob diferentes escalas de desenvolvimento temporal e espacial. Por exemplo:

Chuvas frontais são causadas pelo encontro de uma massa fria (e seca) com outra quente (e úmida), típicas das latitudes médias, como as de inverno no Brasil Meridional que caminham desde o Sul (Argentina) e se dissipam no caminho podendo , eventualmente, chegar até o estado da Bahia. Por ser mais pesado, o ar frio faz o ar quente subir na atmosfera. Com a subida da massa de ar quente e úmida, há um resfriamento da mesma que condensa e forma a precipitação.

Chuvas de convecção ou convectivas são também chamadas de chuvas de verão na região Sudeste do Brasil e são provocadas pela intensa evapotranspiração de superfícies úmidas e aquecidas (como florestas, cidades e oceanos tropicais). O ar ascende em parcelas de ar que se resfriam de forma praticamente adiabática (sem trocar calor com o meio exterior) durante sua ascensão. Precipitação convectiva é comum no verão brasileiro, na Floresta Amazônica e no Centro Oeste. Na região Sudeste, particularmente sobre a Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) e sobre a Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ) também ocorrem tempestades convectivas associadas a entrada de brisa marítima ao final da tarde com graves consequências sobre as centenas de áreas de risco ambiental. Estas chuvas também são conhecidas popularmente como pancadas de chuva, aguaceiros ou torós.

Chuvas orográficas (ou Estacional) são também chamadas de chuvas de serra, ou ainda, chuvas de relevo e ocorrem quando os ventos úmidos se elevam e se resfriam pelo encontro de uma barreira montanhosa, como é normal nas encostas voltadas para o mar. São comuns nos litorais paranaense, catarinense e paulista e em todo o litoral brasileiro na Serra do Mar. Esse tipo de precipitação pode estar associada a presença do efeito Föhn, que condiciona a existência de áreas mais secas a sotavento dessas barreiras.

As maiores precipitações registradas na região sudeste ocorreram em fevereiro de 1966 quando durante um tórrido verão se juntaram uma frente fria com as precipitações convectivas e na Serra do Mar as chuvas orográficas, ocasionando grandes desastres sobretudo no eixo Rio-São Paulo. Esta chuva excepcional de período de retorno ou recorrência calculado como cerca de 100 anos está registrada no livro “Enchentes no Rio de Janeiro” publicado pela SEMADS-GTZ.

Coral simulando barulho de chuva:

As Gotas de Chuva

As gotas de chuva não seguem a mesma formação que as gotas de água que caem de uma bica ou de uma torneira.

As menores, com menos de 1mm de raio, na verdade são esféricas. As que crescem mais, começam-se a deformar na parte de baixo, porque a pressão do ar puxando para cima na queda começa a conseguir contrariar a tensão superficial que a tenta manter esférica. Quando o raio excede cerca de 4 mm, o buraco interior cresce tanto que a gota, antes de se partir em gotas menores, fica com uma forma que quase parece um pára-quedas: a forma de um saco de paredes finas voltado para baixo, com um anel mais grosso de água em roda da abertura inferior.

As gotas de chuva são muito maiores do que as gotículas das nuvens que são geralmente menores que 15 mícron de tamanho e podem ficar suspensas no ar por muito tempo. Como são muito maiores e mais pesadas, as gotas de chuva não ficam suspensas no ar e dão origem à precipitação.

Impacto sobre a Agricultura

A chuva tem um efeito dramático sobre a agricultura. Todas as plantas precisam de pelo menos um pouco de água para sobreviver, portanto a chuva (sendo os meios mais eficazes de irrigação) é importante para a agricultura. Enquanto um padrão de chuva regular é geralmente vital para saudáveis ​​plantas , muito ou pouca chuva pode ser prejudicial. A Seca pode matar culturas, provocar erosões, enquanto o tempo excessivamente úmido pode causar outros problemas. As plantas precisam de diferentes quantidades de chuva para sobreviver. Por exemplo, alguns cactos necessitam de pequenas quantidades, enquanto as plantas tropicais podem precisar de até centenas de centímetros de chuva por ano para sobreviver.

Em áreas com estações secas e úmidas os nutrientes diminuem e a erosão aumenta durante a estação chuvosa. Os animais tem adaptação e sobrevivência estratégias para o regime mais úmido. Os países em desenvolvimento têm notado que as suas populações mostram flutuações sazonais de peso devido à escassez de alimentos observados antes da primeira colheita, que ocorre no final do estação chuvosa. A chuva pode ser colhida através do uso de tanques de águas pluviais; tratada para uso potável ou para irrigação. O excesso de chuvas durante curtos períodos de tempo pode causar flash de inundações.

Impacto sobre diversas culturas

As culturas relacionadas à chuva diferem em todo o mundo. A chuva também pode trazer alegria, como alguns a consideram relaxante. Em locais secos, como a Índia, u durante períodos de seca, a chuva eleva o humor das pessoas. Em Botswana a chuva é usada como o nome da moeda nacional , em reconhecimento da importância econômica de chuva neste país desértico. Várias culturas têm desenvolvido meios de lidar com a chuva e têm desenvolveu inúmeros dispositivos de proteção, tais como guarda-chuvas, calhas, entre outros. Muitas pessoas acham o cheiro durante e imediatamente após a chuva agradável ou distintivo.

Fonte: Wikipedia

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Existe um animal neste planeta que é imortal, ele não pode morrer, mas isto não significa que não envelheça, é algo bem mais estranho e fascinante: quando ele chega a uma determinada idade, rejuvenece.

Trata-se de uma espécie de medusa chamada Turritopsis Nutricula. Ele é um hidrozoário, ou seja, um animalzinho marinho de alguns poucos milímetros e quase transparente. É o único ser vivo que os cientistas descobriram que conseguiu enganar a morte.

Os Turritopsis, quando atingem sua maturidade sexual, revertem completamente seu estado para uma nova puberdade. É como se pela manhã você acordasse como um bebê. Os Turritopsis voltam quase ao zero. Não somente suas características sexuais mudam, senão que, por exemplo, perdem os quase 100 tentáculos que possuem e passam a ter pares renovados.

Eles são os únicos metazoários capazes de reverter completamente a um estágio de imaturidade sexual. Eles realizam isto através de um processo celular de transdiferenciação. Teoricamente, este ciclo pode-se repetir indefinidamente, configurando-se em efetiva imortalidade.

De uma forma similar em que uma serpente perde sua pele sem deixar de ser ela mesma, eles se renovam completamente. Em outras palavras: cresce um novo corpo no interior dele mesmo, mas são sempre o mesmo indivíduo.

Turritopsis não é a única fonte natural de estudos para atingir a imortalidade (ou o mais parecido a ela): no reino vegetal as sementes podem permanecer em suspensão animada durante séculos para depois reviver do nada, uma espécie de álamos que compartilham as raízes e o DNA que podem viver ao menos 80 mil anos.

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A refrescância de algumas balinhas vem da presença de substâncias como o mentol e o eucaliptol. Elas têm o poder de simular na boca a sensação de frio, tapeando os sensores da mucosa responsáveis por mandar a informação para o cérebro. Um processo semelhante ocorre com a pimenta, que estimula as terminações nervosas sensíveis ao calor. Nos dois casos, não há alteração da temperatura dentro da boca. Como as balas de menta deixam a mucosa mais sensível ao frio, a água em temperatura ambiente ou o próprio ar apenas parecem estar gelados. Em dias de calor e com a geladeira quebrada, chupe uma balinha de menta e tome água natural. Mesmo de mentirinha, vai ser bem refrescante.

Menta na boca dos outros…

Balas tapeiam cérebro e causam sensação de refresco

1. Na mucosa da boca há receptores especializados, que levam ao cérebro informações específicas, como frio, calor e dor, por meio dos neurônios. Para ir da boca até o sistema nervoso central, o estímulo passa por apenas três ou quatro neurônios.

2. Como o neurônio é uma célula, sua extremidade é composta de membrana e citoplasma. É na membrana que se encontram estruturas parecidas com tubinhos, revestidas de uma proteína chamada TRPM 8, sensível ao frio

3. Esses tubinhos são como fechaduras: só se abrem com a “chave” certa (encontrada em substâncias frias). Ao beber algo gelado, as fechaduras se abrem e captam carga positiva do organismo. É esse dado que o neurônio envia ao cérebro.

4. O primeiro neurônio passa a informação ao neurônio seguinte por meio de conexões químicas. Ao chegar ao cérebro, ele entende que se trata de frio, pois aprendeu desde cedo que esse tipo de neurônio só trabalha quando há mesmo algo frio.

5. O mentol simula a ação do frio porque, quimicamente, tem uma cópia bem-feita da chave. Se sua concentração for pequena, porém, a abertura é parcial, não dando a total sensação de frio, mas deixando a boca sensível à temperatura ambiente.

6. O mesmo ocorre com a pimenta, que estimula apenas os receptores de calor. Como também não há alteração da temperatura da boca, de nada adianta beber água gelada, pois os receptores de calor não a sentem. A água só alivia porque remove a pimenta.

fonte: Mundo Estranho

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Juarez Barcellos

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