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Posts Tagged ‘dinheiro’

Quando fui fazer um download esta semana, apareceu esta imagem acima, levei um susto! Mas não era a mim que procuravam, e sim os donos do site Megaupload que foi bloqueado pela justiça americana.

Este site era um dos maiores e melhores para baixar games e filmes(piratas é claro), mas um dia a casa iria cair mesmo, segundo vários sites de notícias, não foi só por disponibilizar links de games e filmes que o site foi para o espaço.

Leia a reportagem completa no site GIZMODO BRASIL:

O governo americano, com a ajuda da polícia de outros países, fechou o Megaupload.com com o espetáculo de um cybertira em um dia de fúria. Mas por que o Megaupload? E por que agora? Há vários outros serviços de armazenamento que não se importam com o tipo de conteúdo que você coloca lá: HulkShare, MediaFire, YouSendIt e 4shared (este, mais popular no Brasil que o MU). Todos eles são exemplos clássicos de compartilhamento na internet e funcionavam mais ou menos do mesmo jeito. Bom, em parte porque eles são menores globalmente que o Megaupload, e também porque eles são mais espertos (vide a mudança do modus operandi nos últimos dias). Mas principalmente porque eles não operam como chefões do narcotráfico com total desprezo pela lei.

Video sobre a prisão dos donos do site:

As 72 páginas de relatório do inquérito instaurado pelo Departamento de Justiça dos EUA contra o Megaupload – ou, como é chamado no documento, a “Mega Conspiração” – ilumina uma operação que envolve muito dinheiro, opulência e desleixo. A turma da Mega Conspiração – que se espalhava por continentes e era liderada pelo playboy-gordinho-milionário-golpista Kim Dotcom – era abertamente rica por causa de música protegida por copyright, e tiravam onda disso. Eles eram claros em suas intenções de extrair dinheiro de episódios dos Simpsons e discos do 50 Cent, recompensando os seus usuários que mais subiam conteúdo pirata, lavando dinheiro através do site, e gastando o dinheiro das formas mais evidentes possíveis.

E os agentes federais têm provas de tudo isso.

De todas as coisas que ajudaram a pintar um alvo gigantesco nas costas do Megaupload, a mais óbvia foi o seu tamanho. O Megaupload está longe de ser um site qualquer; ele consumiu incríveis 4% de todo o tráfego da internet com seus 50 milhões de visitantes diários. Havia outros lugares para acertar a flechada, mas o Megaupload era o centro do alvo do tamanho de um prato, brilhante: eles ganhavam milhões sem muito esforço, apenas com publicidade, e supostamente teriam causado prejuízos de US$ 500 milhões (é bem comum o MPAA inflar este número, de todo modo). A Mega Conspiração parecia ser boa demais pra ser verdade, ao menos para os seus donos.

O volume absurdo de dados e dinheiro já era suficiente para chamar a atenção da Força Tarefa de Propriedade Intelectual do Departamento de Justiça; a partir daí, não foi difícil de fazer os agentes federais arregalarem os olhos. O site não tinha palavras piscando “COMPARTILHE SUAS COISAS PIRATAS COM A GENTE”, mas seus motivos eram claros. De acordo com o indiciamento, o site queria boas e variadas coisas pirateadas. O documento chega a concluir que o Mega sabia que tinha vídeos e músicas que infringiam direitos autorais em seus servidores, e queria que isso fosse baixado o máximo de vezes possível, para gerar mais receita publicitária. Então eles subornaram os usuários para fazerem isso para eles, de acordo com o relatório:

A Mega Conspiração realmente ofereceu incentivos financeiros para os usuários premium postarem seus links em outros sites através do programa “Uploader Rewards”, que garantiu a vasta distribuição dos links do Megaupload.com através da internet e um inventário de conteúdo popular nos servidores da Mega Conspiração.

Os benefícios eram entregues em forma de upgrades de conta premium, que permitiam download mais rápido e, em alguns casos, dinheiro. Grana de verdade.

O inquérito chega a descrever como o dinheiro era espalhado pela presença internacional do Megaupload, com milhões de dólares sendo transferidos entre Hong Kong, EUA, Europa e Nova Zelândia. Um pedaço desse dinheiro voltou para crescer a operação do Megaupload, ou foi usado para pagar os super-usuários. A Mega grana também serviu como uma prática maneira de lavar dinheiro, como o departamento de justiça acusa claramente no inquérito.

Além de tudo isso, um pedaço grande do dinheiro foi simplesmente pro bolso dos caras. Só em 2010, Kim Dotcom, o fundador cruzamento de Dr. Robotnik com Larry Flint, embolsou US$ 42 milhões. O seu apreço por mulheres, coisas muito caras e excesso é bem documentada. No fim do ano passado, na sua tentativa de convencer (ou subornar) as autoridades da Nova Zelândia do seu direito de comprar a mansão que morava, ele investiu 500 mil dólares em fogos de artifício para a cidade de Auckland. Só porque ele podia. Aos olhos da polícia, ele era um bandido que fazia questão de aparecer demais. E se você está se coçando para punir alguém pela pirataria, por que ir atrás de mais um nerdizinho por trás do qualquer, quando você pode pegar o figurão lavando dinheiro ao redor do mundo e comprando seu próprio show de fogos de artifício?

E mesmo assim, a história de pirataria do Megaupload rolava há tempos, e o materialismo obeso de Dotcom já tinha alguns anos de história. Por que semana passada? A jornalista Molly Wood, da CNET, tem uma teoria meio conspiratória que parece fazer sentido. Obviamente, está relacionada ao SOPA. As fontes dele disseram que a operação tinha como um dos focos despertar a ira do Anonymous e mostrar como é necessário policiar os “cyberterroristas”. Armadilha ou não, o Anonymous agiu, derrubando sites pelo mundo.

UPDATE: Há uma outra teoria, aparentemente mais crível: as gravadoras teriam se sentido ameaçadas pelo anúncio do MegaBox, um serviço de download legal de música anunciado por Kim Dotcom em dezembro. A estratégia do serviço seria dar 90% do dinheiro pago pelo download diretamente ao artista (em vez de 70% pago à gravadora, no caso do iTunes) e ainda uma parte da grana arrecadada com publicidade provinda dos downloads piratas. A história parecia boa demais para ser verdade (especialmente pela escolha de “parceiros” sem consentimento deles) e não foi recebida com muita empolgação nem pelos próprios artistas, receosos pela, digamos, “falta de transparência” e passado de Kim, como se pode ver por essa discussão no Digital Music News. Ainda assim, teoricamente é algo assustador para a indústria: um serviço com um alcance gigantesco, dando mais dinheiro para os artistas. Se isso seria o catalisador para dar cabo a uma ação sendo ensaiada há dois anos? Difícil dizer, mas é mais uma teoria. (Obrigado, João Paulo!)

Independentemente de qual a teoria correta, os agentes da justiça – especialmente os que tem como missão zelar pela propriedade intelectual – querem mais poder para matar sites como o Megaupload. Parece que eles não conseguirão através de novas leis, então pintar um alvo de uma maneira bastante pública e dramática é uma boa maneira de dizer “ei, nós não precisamos dessa sua sopa!”

Se este é o caso, o Departamento de Justiça deve estar sendo sufocado pela ironia. A destruição do Megaupload sem o SOPA prova quão fora de propósito era a lei pra início de conversa. Estes últimos dias são os “dias da guerra do copyright”, mas a decisão de explodir o rei da violação de direitos autorais de maneira tão espetacular apenas prova o quanto que a justiça não precisa de bombas maiores.

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Babilônia

O ser humano tem mistérios que até Deus duvida, o que é falta total de pudor e moralidade hoje em dia, antigamente já foi um ato sagrado.

O costume pode assombrar as mais liberais das mocinhas de hoje, mas foi registrado pelo grego Heródoto, no século 3 a.C. Na Babilônia, nenhuma mulher se casava antes de passar pelo templo de Istar, deusa do amor e da fertilidade. Lá, ficava à espera do primeiro homem que lhe jogasse uma moeda. Os mais generosos jogavam três. Mas o que importa é que a mulher não podia recusar o parceiro: para os babilônicos, a deusa ficaria muito ofendida caso a oferta não fosse aceita, e o casamento da jovem não teria o menor futuro.

Segundo Heródoto, depois de pegar os trocados, a senhorita deveria tirar a roupa e transar com o estranho ali mesmo, no templo da deusa.

Outra pista histórica da fé em Istar é o poema da sacerdotisa Enheduana, filha do rei Sargão de Agade (2334-1179 a.C.), que alertava: “Desde que a senhora Istar desceu à terra do Sem-Retorno / O touro não cobre mais a vaca, o asno não se curva mais sobre a sua fêmea / O homem não se curva para a mulher na rua / O homem dorme em seu aposento / A mulher dorme sozinha”.

Já que estamos escrevendo sobre um, dos vários costumes do Império Babilônico, descobrir mais  sobre a história da Babilônia neste video, é uma grande viagem ao passado antes de Cristo(no total são nove capítulos):

“Deusas” casavam com reis

No mesmo período em que mulheres se prostituíam em nome de Istar, devotas de Inana – deusa da fertilidade dos sumérios – encenavam o casamento da divindade. Durante a celebração, que coincidia com o ano novo, uma mulher era escolhida na multidão para representar Inana. E o rei, tido como uma figura divina, transformava-se em Dumuzi, seu amante.

Após os primeiros cânticos, os dois passavam para um aposento à parte, na torre do templo – o zigurate. Lá, a mulher conduzia o monarca. Ela deveria dançar sensualmente, perfumar as coxas com aromas silvestres e deitar seu amante no leito, onde manteriam relações sexuais.

O rito estendeu-se pelo Oriente Médio, até ser incorporado à cultura grega. Inana foi substituída por Afrodite. E a prática passou a ser chamada, entre os gregos, de hieros gamos, ou “sexo sagrado”.

Sexo santo

• Os rituais de sexo sagrado foram uma prática comum em diversos povos por quase um milênio. Os relatos mais antigos sobre sacerdotisas-prostitutas estão no épico Gilgamesh, escrito por volta de 2500 mil a.C., em que a deusa adorada é a babilônica Istar.

• Existem diversas explicações sobre a origem dos ritos sexuais. Uma das mais aceitas é a de que as celebrações derivem dos ritos de casamento de tribos primitivas. Em muitas tribos, a mulher, antes de casar-se, era entregue a um outro homem.

• O povo romano foi o último a ver o sexo como sagrado. As mulheres iam até o templo da deusa Juno Sospita e, em troca de favores, transavam com estranhos. O fim do costume é explicado pela expansão do Império. Durante as guerras, os romanos passaram a cultuar deuses – protetores dos soldados.

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Olha o pessoal protestando com panetones nas mãos

Pois é, nós lutamos pra caramba para ter alguma coisa, e os corruptos lá do governo distrital, recebendo pacotes e pacotes de dinheiro, até na meia esconderam. E os caras ainda rezam pela propina recebida, o video é realmente nojento deles rezando, que valores estas pessoas tem?

O dinheiro vinha de empresários que tinham “facilidades” ou para que o governo fizesse “vistas grossas” em alguma irregularidade que suas empresas se envolveram. O escândalo ficou conhecido como “Escândalo do Panetone”, por uma desculpa esfarrapada do advogado do governador, que disse que o dinheiro era para comprar panetones para os pobres.

E aí perguntamos para que lutar? Se tem gente que recebe tanto de graça assim? É o tal capitalismo que leva as pessoas a quererem mais e mais dinheiro?

Bando de safados!!! Não tem explicação! Dá vontade de escrever aqui e vou escrever, o povinho burro que elege um cara desses como governador. A inteligência é a mesma daqueles que votaram no Maluf, Collor, Sarney e a corja toda. Esse governador de DF, já renunciou seu cargo de senador pelo encândalo da violação do painel e ninguém se lembrou disso?

Quais as três diferenças de um traficante de drogas do morro, para um bandido engravatado? As diferenças são: 1º Que estão sempre bem vestidos, 2º Não usam armas de fogo, só os capangas; 3º E para mim o pior de todos: nós, povo brasileiro, que os escolhemos como nossos ladrões engravatados.

Vejam o video do escândalo do mensalão de Brasília:

Abaixo um texto muito bom de um blogueiro de um jornal famoso:

É só o começo:

Fonte: João Bosco Rabello

O escândalo que decretou a morte política do governador José Roberto Arruda tem aspectos que o diferenciam de tantos outros de mesma gênese. O striptease, dessa vez, começou de cima para baixo. Geralmente, as escutas, vídeos e provas do gênero são produzidas nos escalões inferiores e historicamente não chegam à autoridade máxima. As punições, em conseqüência, ficam na chamada raia miúda.

No episódio Arruda, o primeiro vídeo já alcançou o governador e a quantidade de provas em mãos da Polícia Federal projeta um cenário de corrupção de extensão estarrecedora. O acervo de vídeos e escutas do ex-policial Durval Barbosa é suficiente para comprometer quase uma centena de atores desse processo. Vai muito além das imagens já divulgadas, em que parlamentares, incluindo o presidente da Câmara Distrital, Leonardo Prudente, aparecem enchendo os bolsos de dinheiro.

Um desses vídeos (veja abaixo), é especialmente chocante: parlamentares agradecem a Deus pela propina, numa cena inacreditável:

Deputado Rubens César Brunelli (PSC-DF), de camisa roxa, o presidente da Câmara Legislativa, Leonardo Prudente (DEM), de camisa branca, e Durval Barbosa.

Ainda vão surgir os grandes operadores do esquema, do qual Barbosa faz parte e que envolve personagens públicos e privados, da Câmara Distrital a imobiliárias, de publicitários a ex-policiais, do Executivo ao Judiciário. Chegará a políticos de fora de Brasília.

Há riqueza ostensiva em Brasília que não poderia ser construída honestamente. Casas suntuosas de servidores e ex-servidores que acumularam patrimônio incompatível com a realidade salarial. A PF trabalha com a convicção de que os preços milionários do mercado imobiliário da Capital têm origem em lavagem de dinheiro da corrupção.

Há mais secretários envolvidos do que os mencionados até agora, cuja exposição será gradual, na medida em que as investigações com base na delação de Durval Barbosa avançarem. Próximos de Arruda, salvam-se poucos. Os focos de corrupção maiores, segundo fontes bem informadas sobre as investigações, estão na Educação e Saúde, mas não se limitam a essas duas.

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Juarez Barcellos

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