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Criador do Espetacular Homem Aranha, um dos super heróis mais conhecidos do mundo, Stan Lee marcou época com suas criações, onde o talento não tinha recursos como os de agora, a tecnologia ajuda e muito os bons artistas de hoje.

Extemamente criativo, criou o Quarteto Fantástico, os X-Men e o Incrível Hulk, entre tantos outros heróis e vilões.

Quem nunca leu um gibi destes eternos personagens dos quadrinhos.

Stanley Martin Lieber (Nova York, 28 de dezembro de 1922), mais conhecido como Stan Lee, é um escritor, roteirista, editor, publicitário, produtor e empresário norte-americano, que, em parceria com outros desenhistas — especialmente Jack Kirby e Steve Ditko — criou, a partir dos anos 1950, super-heróis complexos e problemáticos, dando ao gênero um tom mais “humano”, “verídico”, na contramão da principal editora de HQs de super-heróis da época, DC Comics, detentora dos direitos de personagens famosos como Superman, Batman e Mulher-Maravilha, que seguiam no tom de super-heróis “invencíveis”, “insuperáveis”, revolucionando o gênero.

Seu sucesso foi fundamental para transformar a Marvel Comics, de uma pequena editora de HQs, para uma das maiores corporações multimídia de entretenimento do mundo.

Na adolescência, Lee trabalhou para os publicadores Martin Goodman na Timely Comics, que mais tarde tornaria-se a Marvel Comics. Goodman era casado com a prima de Lee. Seu primeiro trabalho publicado foi uma página para preencher texto assinada com o nome Stan Lee, que apareceu na revista do Capitão América em 1941. Stanley usou o nome “Stan Lee” porque sonhava um dia escrever o maior de todos os livros do país e não queria seu verdadeiro nome associado às histórias em quadrinhos. Ele logo passou a escrever histórias de fato, tornando-se o editor mais novo no campo de trabalho com 17 anos.

Durante a Segunda Guerra Mundial, Lee alistou-se no Exército dos Estados Unidos e serviu na parte de comunicação, escrevendo manuais, slogans, filmes de treinamento e ocasionalmente desenhando. Após a Segunda Guerra Mundial, Lee voltou para a sua posição na qual tornaria-se a Marvel Comics. Naquela época, um campanha de decência liderada pelo psiquiatra Dr. Frederic Wertham e pelo Senador Estes Kefauver culpava as revistas de histórias em quadrinhos por corromper os jovens leitores com imagens violentas e sexuais. As empresas de HQ responderam com a organização de um sistema de controle interno, e eventualmente adotaram o estringente Comics Code Authority.

Permanecendo na Timely/Marvel pela década de 1950, Lee escreveu histórias de vários gêneros, como romance, faroeste, e ficção científica leve. No fim da década, ele ficou insatisfeito com sua carreira e pensou em sair da área. Como ele era o senhor dos quadrinhos como o chamavam fez muito sucesso era adorado pelas crianças e adolescentes.

No fim da década de 1950, a DC Comics deu uma reanimada no gênero dos super-heróis e teve sucesso significativo com o super time da Liga da Justiça da América. Em resposta, Martin Goodman, o publisher (chefe editorial) da Marvel, deu a Lee a tarefa de criar um time de super-heróis novo. A esposa de Lee o alertou para experimentar histórias que ele preferia já que a ameaça de ser demitido não importava. Ele agiu sob este conselho, e, de repente, a carreira de Lee mudou completamente.

Lee com a ajuda de Jack Kirby, deu a seus novos super-heróis sentimentos mais humanos, uma mudança de seus outros heróis que eram tipicamente escritos para pré-adolescentes. Seus heróis tinham um temperamento ruim, ficavam melancólicos, cometiam erros humanos normais. Preocupavam-se em pagar suas contas e impressionar suas namoradas, e às vezes ficavam até doentes fisicamente. Os super-heróis de Lee capturaram a imaginação dos adolescentes e jovens adultos, e as vendas aumentaram drasticamente.

O grupo de super-heróis que Lee e Jack Kirby produziram foi a família de super-heróis conhecida como O Quarteto Fantástico. Sua popularidade imediata fez com que Lee e os ilustradores da Marvel produzissem vários novos títulos. Lee criou o Incrível Hulk, o Homem de Ferro, Thor e os X-Men com Kirby; Demolidor (Daredevil) com Bill Everett; Doutor Estranho e o personagem de maior sucesso da Marvel: o Homem-Aranha, criado com Steve Ditko.

Pela década de 1960, Lee escreveu, coordenou a arte e editou a maior parte das séries da Marvel, moderou as páginas de cartas e escreveu uma coluna mensal chamada “Stan’s Soapbox”.

Nos últimos anos, Lee tornou-se um ícone e a cara pública da Marvel Comics. Ele faz aparições em convenções de histórias em quadrinhos pelos EUA, palestrando e participando em discussões. Ele também mudou-se para a Califórnia em 1981 para desenvolver as propriedades de televisão e filme da Marvel.

Lee também apareceu em Os Simpsons e fez a voz de um personagem na série animada produzida pela MTV do Homem-Aranha. Durante a revolução ponto com da Internet, ele criou o StanLee.net, que pertencia a uma companhia separada e administrada por outros que tinha como conceito misturar animação online com tiras de quadrinhos tradicionais, mas infelizmente a companhia ficou conhecida pela sua administração mal-feita e irresponsabilidade financeira.

Na década de 2000, Stan Lee fez seu primeiro trabalho para a DC Comics, lançando a série Just Imagine… (“Apenas Imagine…”), na qual Lee reimaginava vários super-heróis incluindo Superman, Batman, Mulher Maravilha, Lanterna Verde e Flash.

Lee também criou a série animada para adultos Stripperella para a Spike TV (vai ao ar no Brasil pelo Multishow) e em 2004 anunciou planos para colaborar junto com Hugh Hefner em uma série animada das coelhinhas da Playboy.

Em agosto de 2004, Lee anunciou o lançamento da “Stan Lee’s Sunday Comics”, para serem hospedadas pelo Komicwerks.com, onde assinantes mensais poderão ler uma nova e atualizada história todo domingo. A Stan’s Soapbox voltará como uma coluna semanal junto da tira de domingo.

Em 2006 Stan criou e participou do reality show Who Wants to Be a Superhero?. Em Abril de 2008, na New York Comic Con, a Viz Media anunciou que Lee e Hiroyuki Takei estava colaborando no mangá Karakuridōji Ultimo, da empresa-mãe Shueisha.

Stan Lee apareceu como personagem nas cenas de muitos filmes de super-heróis (mas não todos os filmes); baseados nos personagens da Marvel Comics que ele ajudou a criar. Ele é atualmente o ator 22 classificado em termos das receitas de bilheteira graças à sua aparições em filmes da Marvel.

  • Em O Julgamento do Incrível Hulk (1989), Lee fez sua primeira aparição em um filme da Marvel; na qual ele é um jurado no julgamento do Dr. Bruce Banner.
  • Em Mallrats (Barrados no Shopping, 1995), Stan Lee aparece como ele mesmo, aconselhando Brodie.
  • Em X-Men (2000), Lee aparece como um vendedor de hotdog na praia, quando o senador Robert Kelly aparece nu na praia depois de escapar do mutante Magneto.
  • Em Homem-Aranha (2002), ele aparece durante a primeira batalha do Homem-Aranha contra o Duende Verde, puxando uma menina longe dos destroços de um prédio.
  • Em Demolidor (2003), Matt Murdock, ainda criança, não deixa Stan Lee atravessar a rua para não ser atropelado por um ônibus.
  • Em Hulk (2003), ele aparece andando ao lado do ex-Hulk da série de TV, Lou Ferrigno em uma cena inicial, como guarda de segurança no laboratório de Bruce Banner. Foi seu primeiro papel falando em um filme baseado em um de seus personagens.
  • Em Homem-Aranha 2 (2004), Lee puxa novamente uma pessoa inocente, longe do perigo durante a primeira batalha do Homem-Aranha contra o Doutor Octopus.
  • Em The Princess Diaries 2: Royal Engagement (2004), Lee aparece na cena do casamento da princesa, com uma jovem mulher para cumprimentar a rainha.
  • Em Quarteto Fantástico (2005), Lee aparece pela primeira vez como um personagem dos quadrinhos, em um papel creditado como Willie Lumpkin, o carteiro que recebe o Quarteto Fantástico quando eles entram no edifício Baxter.
  • Em X-Men: O Confronto Final (2006), Lee e Chris Claremont aparecem como dois dos vizinhos de Jean Grey na cena de abertura do conjunto há 20 anos. Lee, creditado como “homem da mangueira”, é molhado no gramado quando Jean usa sua telecinese redireciona a água da mangueira para o ar.
  • Em Homem-Aranha 3 (2007), Lee aparece em um papel creditado como “homem da Times Square”. Ele fica ao lado de Peter Parker, ambos lendo um boletim de notícias e logo depois comenta a Peter:”Você sabe, eu acho que uma pessoa pode fazer a diferença no carater de outra pessoa”.
  • Em Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007), Lee aparece como ele mesmo no primeiro casamento de Reed Richards e Susan Storm, sendo afastado por um guarda de segurança por não estar na lista de convidados. Em Fantastic Four Annual # 3 (1965) ,acontece a mesma coisa, em que Lee e Jack Kirby são igualmente barrados.
  • Em Heroes (2007), ele aparece na segunda temporada, como um motorista de ônibus no episódio “Unexpected”.
  • Em Homem de Ferro (2008), Stan Lee (creditado como “Si”) aparece em uma festa de gala com três mulheres loiras, onde Tony Stark o confunde com Hugh Hefner, criador da revista Playboy e famoso mulherengo. Na versão teatral do filme, Stark simplesmente cumprimenta Lee como “Hef” e move-se sem ver a cara de Lee, uma outra versão da cena foi filmada quando Stark percebe seu erro, mas Lee gentilmente responde: “Tudo bem, eu sou confundido assim o tempo todo.”
  • Em O Incrível Hulk (2008), Stan Lee aparece como um cidadão desafortunado que acidentalmente ingere um refrigerante misturado com o sangue de Bruce Banner, que levou à descoberta da localização do Dr. Banner em uma fábrica de engarrafamento no Brasil.
  • Em O Espetacular Homem-Aranha (2008), Stan Lee aparece como entregador, tanto que um parceiro de trabalho o chamou por “Stan”, na parte em que Mystério rouba a carga, na segunda temporada do desenho.
  • Em Homem de Ferro 2 (2010), durante a Expo Stark, Lee, vestindo suspensórios e uma camisa colorida brilhante e gravata, é cumprimentado por Tony Stark como “Larry King”.
  • Em The Big Bang Theory (2010), Stan Lee aparece em sua própria casa sendo visitado por Sheldon, num episódio da 3ª temporada onde Sheldon perde o dia de autógrafos e Penny consegue o endereço de Lee para que Sheldon conseguisse o autografo.
  • Em Stan Lee’s Superhumans (2010), ele é o apresentador do documentário.
  • Em Thor (2011), Stan Lee interpreta o velhinho que dirige a camioneta que tenta arrancar o martelo de Thor do fundo da cratera.
  • Em Capitão América: O Primeiro Vingador (2011), Lee aparece como um militar numa entrega de medalha para o Capitão América,que não compareceu, Stan confundiu o mensageiro que deu a notícia,com o Capitão América, dizendo: “Pensei que ele fosse mais alto!”.
  • Em Chuck (2011), Lee aparece como ele mesmo no 7º episódio da 5ª Temporada (“Chuck versus the Santa Suit”) em um especial de natal. Onde Chuck (Zachary Levi) vê Stan Lee em uma confraternização da CIA, festejando junto com seus colegas espiões.
  • Em Ultimate Spider-Man (2012), Stan Lee aparece em diversos episódios, como Stan, o zelador da escola onde Peter estuda.
  • Em Os Vingadores (2012), Lee aparece no final do filme, onde uma série de entrevistas são feitas a respeito dos Vingadores, quando ele afirma que não acredita ter herois em Nova Iorque.
  • Em O Espetacular Homem-Aranha (2012), ele interpreta um servente do colégio de Peter, durante um confronto entre o Homem-Aranha e o Lagarto.

Enfim, esta é a história de um dos grandes criadores do século 20.

Fonte: Wikipédia

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Seguindo a série de filmes completos, um grande filme com direção de Mel Gibson, a história de Jesus Cristo, vale a pena cada minuto assistido.

SINOPSE

As últimas 12 horas da vida de Jesus de Nazaré (James Caviezel). No meio da noite, Jesus é traído por Judas (Luca Lionello) e é preso por soldados no Monte das Oliveiras, sob o comando de religiosos hebreus, que eram liderados por Caifás (Matti Sbraglia). Após ser severamente espancado pelos seus captores, Jesus é entregue para o governador romano na Judéia, Poncio Pilatos (Hristo Shopov), pois só ele poderia ordenar a pena de morte para Jesus. Pilatos não entende o que aquele homem possa ter feito de tão horrível para pedirem a pena máxima e eram os hebreus que pediam isto.

Pilatos tenta passar a decisão para Herodes (Luca de Domenicis), governador da Galiléia, pois Jesus era de lá. Herodes também não encontra nada que incrimine Jesus e o assunto volta para Pilatos, que vai perdendo o controle da situação enquanto boa parte da população pede que Jesus seja crucificado.

Tentando acalmar o povo e a província, que detesta, Pilatos vai cedendo sob os olhares incriminadores de Claudia (Claudia Gerini), sua mulher, que considera Jesus um santo.

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Quando fui fazer um download esta semana, apareceu esta imagem acima, levei um susto! Mas não era a mim que procuravam, e sim os donos do site Megaupload que foi bloqueado pela justiça americana.

Este site era um dos maiores e melhores para baixar games e filmes(piratas é claro), mas um dia a casa iria cair mesmo, segundo vários sites de notícias, não foi só por disponibilizar links de games e filmes que o site foi para o espaço.

Leia a reportagem completa no site GIZMODO BRASIL:

O governo americano, com a ajuda da polícia de outros países, fechou o Megaupload.com com o espetáculo de um cybertira em um dia de fúria. Mas por que o Megaupload? E por que agora? Há vários outros serviços de armazenamento que não se importam com o tipo de conteúdo que você coloca lá: HulkShare, MediaFire, YouSendIt e 4shared (este, mais popular no Brasil que o MU). Todos eles são exemplos clássicos de compartilhamento na internet e funcionavam mais ou menos do mesmo jeito. Bom, em parte porque eles são menores globalmente que o Megaupload, e também porque eles são mais espertos (vide a mudança do modus operandi nos últimos dias). Mas principalmente porque eles não operam como chefões do narcotráfico com total desprezo pela lei.

Video sobre a prisão dos donos do site:

As 72 páginas de relatório do inquérito instaurado pelo Departamento de Justiça dos EUA contra o Megaupload – ou, como é chamado no documento, a “Mega Conspiração” – ilumina uma operação que envolve muito dinheiro, opulência e desleixo. A turma da Mega Conspiração – que se espalhava por continentes e era liderada pelo playboy-gordinho-milionário-golpista Kim Dotcom – era abertamente rica por causa de música protegida por copyright, e tiravam onda disso. Eles eram claros em suas intenções de extrair dinheiro de episódios dos Simpsons e discos do 50 Cent, recompensando os seus usuários que mais subiam conteúdo pirata, lavando dinheiro através do site, e gastando o dinheiro das formas mais evidentes possíveis.

E os agentes federais têm provas de tudo isso.

De todas as coisas que ajudaram a pintar um alvo gigantesco nas costas do Megaupload, a mais óbvia foi o seu tamanho. O Megaupload está longe de ser um site qualquer; ele consumiu incríveis 4% de todo o tráfego da internet com seus 50 milhões de visitantes diários. Havia outros lugares para acertar a flechada, mas o Megaupload era o centro do alvo do tamanho de um prato, brilhante: eles ganhavam milhões sem muito esforço, apenas com publicidade, e supostamente teriam causado prejuízos de US$ 500 milhões (é bem comum o MPAA inflar este número, de todo modo). A Mega Conspiração parecia ser boa demais pra ser verdade, ao menos para os seus donos.

O volume absurdo de dados e dinheiro já era suficiente para chamar a atenção da Força Tarefa de Propriedade Intelectual do Departamento de Justiça; a partir daí, não foi difícil de fazer os agentes federais arregalarem os olhos. O site não tinha palavras piscando “COMPARTILHE SUAS COISAS PIRATAS COM A GENTE”, mas seus motivos eram claros. De acordo com o indiciamento, o site queria boas e variadas coisas pirateadas. O documento chega a concluir que o Mega sabia que tinha vídeos e músicas que infringiam direitos autorais em seus servidores, e queria que isso fosse baixado o máximo de vezes possível, para gerar mais receita publicitária. Então eles subornaram os usuários para fazerem isso para eles, de acordo com o relatório:

A Mega Conspiração realmente ofereceu incentivos financeiros para os usuários premium postarem seus links em outros sites através do programa “Uploader Rewards”, que garantiu a vasta distribuição dos links do Megaupload.com através da internet e um inventário de conteúdo popular nos servidores da Mega Conspiração.

Os benefícios eram entregues em forma de upgrades de conta premium, que permitiam download mais rápido e, em alguns casos, dinheiro. Grana de verdade.

O inquérito chega a descrever como o dinheiro era espalhado pela presença internacional do Megaupload, com milhões de dólares sendo transferidos entre Hong Kong, EUA, Europa e Nova Zelândia. Um pedaço desse dinheiro voltou para crescer a operação do Megaupload, ou foi usado para pagar os super-usuários. A Mega grana também serviu como uma prática maneira de lavar dinheiro, como o departamento de justiça acusa claramente no inquérito.

Além de tudo isso, um pedaço grande do dinheiro foi simplesmente pro bolso dos caras. Só em 2010, Kim Dotcom, o fundador cruzamento de Dr. Robotnik com Larry Flint, embolsou US$ 42 milhões. O seu apreço por mulheres, coisas muito caras e excesso é bem documentada. No fim do ano passado, na sua tentativa de convencer (ou subornar) as autoridades da Nova Zelândia do seu direito de comprar a mansão que morava, ele investiu 500 mil dólares em fogos de artifício para a cidade de Auckland. Só porque ele podia. Aos olhos da polícia, ele era um bandido que fazia questão de aparecer demais. E se você está se coçando para punir alguém pela pirataria, por que ir atrás de mais um nerdizinho por trás do qualquer, quando você pode pegar o figurão lavando dinheiro ao redor do mundo e comprando seu próprio show de fogos de artifício?

E mesmo assim, a história de pirataria do Megaupload rolava há tempos, e o materialismo obeso de Dotcom já tinha alguns anos de história. Por que semana passada? A jornalista Molly Wood, da CNET, tem uma teoria meio conspiratória que parece fazer sentido. Obviamente, está relacionada ao SOPA. As fontes dele disseram que a operação tinha como um dos focos despertar a ira do Anonymous e mostrar como é necessário policiar os “cyberterroristas”. Armadilha ou não, o Anonymous agiu, derrubando sites pelo mundo.

UPDATE: Há uma outra teoria, aparentemente mais crível: as gravadoras teriam se sentido ameaçadas pelo anúncio do MegaBox, um serviço de download legal de música anunciado por Kim Dotcom em dezembro. A estratégia do serviço seria dar 90% do dinheiro pago pelo download diretamente ao artista (em vez de 70% pago à gravadora, no caso do iTunes) e ainda uma parte da grana arrecadada com publicidade provinda dos downloads piratas. A história parecia boa demais para ser verdade (especialmente pela escolha de “parceiros” sem consentimento deles) e não foi recebida com muita empolgação nem pelos próprios artistas, receosos pela, digamos, “falta de transparência” e passado de Kim, como se pode ver por essa discussão no Digital Music News. Ainda assim, teoricamente é algo assustador para a indústria: um serviço com um alcance gigantesco, dando mais dinheiro para os artistas. Se isso seria o catalisador para dar cabo a uma ação sendo ensaiada há dois anos? Difícil dizer, mas é mais uma teoria. (Obrigado, João Paulo!)

Independentemente de qual a teoria correta, os agentes da justiça – especialmente os que tem como missão zelar pela propriedade intelectual – querem mais poder para matar sites como o Megaupload. Parece que eles não conseguirão através de novas leis, então pintar um alvo de uma maneira bastante pública e dramática é uma boa maneira de dizer “ei, nós não precisamos dessa sua sopa!”

Se este é o caso, o Departamento de Justiça deve estar sendo sufocado pela ironia. A destruição do Megaupload sem o SOPA prova quão fora de propósito era a lei pra início de conversa. Estes últimos dias são os “dias da guerra do copyright”, mas a decisão de explodir o rei da violação de direitos autorais de maneira tão espetacular apenas prova o quanto que a justiça não precisa de bombas maiores.

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Para escrever realmente o que penso, nunca gostei destes filmes do gênero “comédia-romântica”, são muitos chatos, não tem ação nenhuma, nenhuma briguinha, rs, não que eu seja a favor da violência no cinema, mas um filminho de ação prende muito mais a atenção do que comédia-romântica.

Mas falando sério, estou de acordo com os pesquisadores, se todas as brigas entre casais, tivessem um final feliz como estes filmes, a vida seria maravilhosa, mas infelizmente as coisas não são como nos filmes.

Pesquisadores da Universidade de Heriot-Watt, na Escócia, constataram (em um trabalho bem divertido) que assistir a comédias românticas deixa a gente com expectativas irreais – e potencialmente perigosas – quantos aos relacionamentos da vida real.

Analisando 40 sucessos do gênero (como “Enquanto Você Dormia”, com o casalzinho Sandra Bullock e Bill Pullman, e “Mensagem para Você”, com Meg Ryan e Tom Hanks), eles isolaram alguns dos elementos mais perigosos das histórias: os conceitos de que casais se apaixonam instantaneamente; que, no final, o destino sempre une as pessoas que se amam; e que há apenas um par perfeito para cada um. Além disso, nos filmes as traições e mancadas são superadas com muito mais facilidade do que na vida real.

Identificado o inimigo, os especialistas colocaram cerca de 100 voluntários para assistir a “Escrito nas Estrelas” – aquele filme fofinho com John Cusack e Kate Beckinsale. Outros 100, enquanto isso, assistiam a um drama de David Lynch.

Em um questionário feito após a sessão, quem viu a comédia romântica demonstrou convicções muito mais fortes nos conceitos românticos, como destino, do que os outros. Inocentes. “Se você acha que é assim que as coisas funcionam, pode se preparar para uma decepção“, aconselha o líder do estudo, Bjarne Holmes.

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Talvez muita gente não tenha ouvido falar da Produtora de desenhos animados Hanna – Barbera, mas sempre fez muito sucesso nos anos 50,60,70 e 80.

Ver estes filmes é voltar a infância, voltar ao tempo da inocência de criança, muito bom relembrar coisas de qualidade.

História

Fonte: Wikipédia

Hanna-Barbera foi uma empresa de desenho animado criada pela dupla de cartunistas estadunidenses William Hanna e Joseph Barbera. Foi uma das maiores produtora de desenhos animados do mundo, estando situada em Los Angeles, no estado da Califórnia.

Eles se conheceram em 1937 e começaram a trabalhar juntos no estúdio de animação da Metro-Goldwyn-Mayer em 1939. Na década de 1940, enviaram seus desenhos para Walt Disney, que prometeu viajar até Nova Iorque na semana seguinte para contratá-los. Nunca apareceu.

O primeiro projeto de animação criado e desenvolvido pelos dois foi o desenho Puss Gets the Boot (1940), que iniciou a premiada e popularíssima série Tom e Jerry. Em 1944 foi fundado o estúdio Hanna-Barbera.

Com a popularização da televisão, Hanna e Barbera passaram a desenvolver novos trabalhos e personagens para a essa mídia a partir de 1957. Seu primeiro sucesso foi a série Jambo & Ruivão, seguido dos famosos Dom Pixote, Plic, Ploc & Chuvisco, Zé Colméia, Pepe Legal, Bibo Pai e Bob Filho, Olho Vivo e Faro Fino e Loopy De Loop (Loopy Le Beau), este último feito para exibição no cinema. Depois viriam as séries de horário nobre: Os Flinstones, Manda Chuva, Os Jetsons, Jonny Quest, dentre outros. No final da década de 1960 surgiria outro mega-sucesso: Scooby-Doo.

Os estúdios da Hanna-Barbera foram, na década de 90 comprados pela Turner Enterprises, conglomerado de comunicação do empresário Ted Turner — que inclui os canais de tevê por assinatura CNN, TNT e Cartoon Network —e o nome “HB” hoje é usado apenas nas produções anteriores à compra.

Anos mais tarde, as empresas Turner foram adquiridas por outro conglomerado de comunicação, o “Time-Warner”, e a ex-Hanna-Barbera foi junto na transação. Muitos criticam tal aquisição como danosa à concorrência nos meios de entretenimento e jornalismo, já que ambas as empresas possuíam seus próprios departamentos de reportagens, filmes, séries de televisão e desenhos animados. Nesse último ponto, ainda não está claro o impacto que isto terá na qualidade das produções, já que a Hanna-Barbera e a Warner Bros. eram rivais ferrenhas na disputa pelos espectadores de desenhos.

Em 1999 a Turner deu para HB sua segunda chance com o canal só dela, o Boomerang. No caso da América Latina, em menos de 10 anos o canal retirou de uma só vez todos os desenhos clássicos e agora exibe uma nova programação.

Este aqui não pertence ao Estúdios HB, mas era muito legal, havia me esquecido deste desenho:

Recentemente, os desenhos de Hanna-Barbera voltaram à programação televisiva através de outro canal recém-criado pela Turner, denominado Tooncast. Os clássicos Tom e Jerry e Scooby-Doo estão atualmente na programação do canal Cartoon Network.

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Já assisti várias vezes Avatar, é um filme belissímo, me chamou a atenção pelo realismo dos personagens do planeta Pandora, a mensagem ecológica que passa é maravilhosa, mas não vamos exagerar, tem gente fora da realidade por aí.

fonte: Virgula.com.br

Assistir Avatar tem deixado muita gente feliz. O problema é lidar com a realidade depois. No site Avatar Forum, um dos maiores sobre o filme, é cada vez maior o número de fãs se queixando de Depressão pós-Avatar.

Segundo o administrador do fórum, Philippe Baghdassarian, um tópico chamado “Maneiras de lidar com a depressão pelo sonho de Pandora ser intangível” recebeu mais de mil posts, o que o obrigou a abrir um segundo espaço para o mesmo assunto.

Usuários obcecados relatam que gastam horas pesquisando sobre o filme e que já o assistiram várias vezes. E lamentam não poder visitar ou morar no planeta Pandora, já que ele parece tão melhor do que a Terra. Além disso, muitos criticam a raça humana.

E alguns posts chegam a ser bastante preocupantes. Baghdassarian cita como exemplo o de um rapaz chamado Mike.

“Desde que fui ver Avatar eu ando deprimido. Ver o maravilhoso mundo de Pandora e todos os Na’vi fez com que eu quisesse ser um deles. Não consigo parar de pensar em tudo que aconteceu no filme e todas as lágrimas que já derramei por isso. Eu até já cogitei suicídio, pensando que se eu fizer isso vou renascer em um mundo similar à Pandora e tudo vai ser igual ao que é em Avatar”, escreveu Mike.

Preocupados com mensagens desse tipo, outros usuários do fórum tem tentado animar os colegas. Como formas de combater a depressão pós-Avatar eles sugerem que eles comprem a trilha sonora e jogos de vídeo game sobre o filme, além de conversar com amigos sobre seus sentimentos.

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Após “Batman Begins”, o Homem-Morcego retorna nessa seqüencia intitulada “O Cavaleiro das Trevas”.

Vale lembrar que nos quadrinhos, “O Cavaleiro das Trevas” é o nome da minissérie mais cultuada do personagem e um dos melhores gibis de todos os tempos. Um trabalho soturno e denso de Frank Miller que apresenta o herói no auge dos sessenta anos de idade, que resolve voltar à ativa após um longo período afastado do combate ao crime, porém, ele tem que encarar uma realidade bem diferente da que ele vivia antes, onde os heróis eram vistos como algo benéfico aos cidadãos de Gotham City.

No filme, após dois anos desde o surgimento do Batman (Christian Bale), os criminosos de Gothn City têm muito o que temer. Com a ajuda do tenente James Gordon (Gary Oldman) e do promotor público Harvey Dent (Aaron Eckhart), Batman luta contra o crime organizado comandado pelo Coringa (Heath Ledger).

 Na direção de “The Dark Knight” está Christopher Nolan e o roteiro foi escrito por seu irmão, Jonathan Nolan, baseado na trama criado pelo próprio Christopher e David Goyer (roteiristas de “Batman Begins”). No elenco estão Christian Bale como Bruce Wayne/Batman; Michael Caine, como o mordomo Alfred; e Morgan Freeman, como o funcionário das Indústrias Wayne, Lucius Fox.

O tão cobiçado papel do Coringa ficou com Heath Ledger (“O Segredo de Brokeback Mountain”).

Trailer legendado:

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