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A Banda Black Rio é uma das melhores bandas surgidas a partir dos anos 70, a qualidade harmônica de suas músicas são excepcionais, os naipes dão o tom e o sabor nas músicas.

A banda ficou muito conhecida quando gravou a abertura da novela Locomotivas da Rede Globo. A Banda Black Rio representa o que há de melhor da música negra americana no Brasil,  banda referência para muitos que querem surfar nesta onda do Soul, do Funk e do Jazz.

Misturando o melhor da música brasileira, como a Gafieira e o Samba, a sonoridade é uma das mais perfeitas já produzidas no Brasil. Músicas como: Nova Guanabara, Carrossel, Locomotivas, Nove no Samba, etc, demonstram toda a qualidade de seus excelentes músicos.

 A Banda Black Rio é um grupo carioca formado em 1976 pelo saxofonista Oberdan Magalhães, sobrinho do sambista Silas de Oliveira.

A ideia surgiu a partir do produtor Don Filó, na época contratado pela WEA Discos (Warner/Elektra/Atlantic) que pilotava o sucesso fonográfico das equipes de som com os parceiros Alcione Magalhães (irmão de Oberdan Magalhães) e Nirto Promoções (primo de Don Filó). A equipe Soul Grand Prix, que liderava as vendas de disco pelo movimento black resolveu inovar no lançamento do seu segundo LP pela WEA, criando em 1976 uma surpresa. Don Filó convenceu a cúpula da gravadora (Andre Midani e Mazola) a incluir uma faixa instrumental da música “Juju Man” do grupo alemão “Passport” no novo LP da Soul Grand Prix. Oberdan Magalhães foi arregimentado para montar o grupo que teve como base o grupo “Azymuuth”, além de Oberdan Magalhães, Barrosinho e Marcio Montarroyos. A canção foi um sucesso nas pistas de dança black. Estava aberto o caminho para a criação da Banda Black Rio, que envolveu Luis Carlos (bateria e percussão), Barrosinho (trumpete), Lucio (trombone), Claudio Stevenson (guitarra), Jamil Joanes (baixo), Cristovão Bastos (piano). A produção do primeiro álbum foi do produtor Mazola, cabendo a Don Filó a coordenação artística e concepção de repertório, juntamente com Oberdan Magalhães.

Banda Black Rio e Caetano Veloso

A banda gravou 6 discos: Maria Fumaça, produzido por Mazola, foi o primeiro álbum, originalmente lançado em 1977, e no mesmo ano a canção que da nome ao álbum foi o tema de abertura da telenovela Locomotivas da Rede Globo. Gafieira Universal, o segundo, foi produzido por Durval Ferreira e lançado em 1978: Gafieira Universal. Esse álbum marcou a estréia do grupo na RCA.

O terceiro álbum, Saci Pererê, foi lançado em 1980. O quarto foi com o cantor Caetano Veloso, show gravado ao vivo no Teatro Carlos Gomes no Rio,em 1978 . Mas so foi lancado pela Universal em 2002. O grupo foi desfeito em 1985,1 ano apos a morte de Oberdan Magalhaes. Anos depois a BBR foi reeditada e hoje tem sido uma grande referência para o mundo da musica; artistas renomados como MosDef e a banda Incognito têm gravado suas músicas. Ao longo dos anos, BBR teve varias formações e competentes músicos fizeram respeitosamente parte dessa continuidade. Em 2011, BBR apresenta Super Nova Samba Funk, lançada pelo Selo Inglês Far Out Recordings que foi distribuído no Brasil.

O álbum mostra que é mais do que um conceito musical, é a unificação da musica negra numa variedade de rimos desde jazz ao rap. É a união dos estilos, artistas e gerações. O álbum está mostrando ao seu público que o conceito original está vivo, e, além disso, modernizado. O álbum tem a honra de contar com importantes ícones da música negra como Gilberto Gil, Elza Soares e muitos outros.

DISCOGRAFIA:

1977 – Maria Fumaça – Atlantic/WEA
1978 – Gafieira Universal – RCA Victor
1980 – Saci Pererê – RCA Victor (relançado em CD em 2001 pela BMG)[2]
1995 – Global Brazilians (CD) Global Brazilians –
2000 – Rebirth/Movimento – MR Bongo
2011 – Supernova Samba Funk – Far Out Recording

 

 

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No país do futebol, poucas pessoas prestam atenção em outras modalidades esportivas, mas quando chega as Olimpíadas, todos querem que o nosso país seja o vencedor, porém, muitos não sabem nem como se chamam as roupas ou os equipamentos que os atletas usam para praticar algum  esporte, muito menos as regras.

Então para podermos torcer um pouco melhor, uma série de posts de alguns dos esportes mais conhecidos e que os brasileiros tem grandes chances de trazer  medalhas para nosso país, começando com o Judô.

Judô, caminho suave, ou caminho da suavidade é um desporto praticado como arte marcial, fundado por Jigoro Kano em 1882. Os seus principais objetivos são fortalecer o físico, a mente e o espírito de forma integrada, além de desenvolver técnicas de defesa pessoal.

O judô teve uma grande aceitação em todo o mundo, pois Kano conseguiu reunir a essência dos principais estilos e escolas de jujutsu, arte marcial praticada pelos “bushi”, ou cavaleiros durante o período Kamakura (1185-1333), a outras artes de luta praticadas no Oriente e fundi-las numa única e básica. O judô foi considerado desporto oficial no Japão nos finais do século XIX e a polícia nipônica introduziu-o nos seus treinos. O primeiro clube judoca na Europa foi o londrino Budokway (1918).

A vestimenta utilizada nessa modalidade é o keikogi (kimono), que no judô recebe o nome de judogui e que, com o cinturão, forma o equipamento necessário à sua prática. O judogui que é composto pelo casaco (Wagui), pela calça (Shitabaki) e também pela faixa (obi), o judogui pode ser branco ou azul, ainda que o azul seja quase apenas utilizado para facilitar as arbitragens em campeonatos oficiais.

Com milhares de praticantes e federações espalhados pelo mundo, o judô se tornou um dos esportes mais praticados, representando um nicho de mercado fiel e bem definido. Não restringindo seus adeptos a homens com vigor físico e estendendo seus ensinamentos para mulheres, crianças e idosos, o judô teve um aumento significativo no número de praticantes.

Sua técnica utiliza basicamente a força e equilíbrio do oponente contra ele. Palavras ditas por mestre Kano para definir a luta: “arte em que se usa ao máximo a força física e espiritual”. A vitória, ainda segundo seu mestre fundador, representa um fortalecimento espiritual.

Jigoro Kano tentava dar maior expressão à lenda de origem do estilo Yoshin-Ryu (Escola do Coração de Salgueiro), que se baseava no princípio de “ceder para vencer”, utilizando a não resistência para controlar, desequilibrar e vencer o adversário com o mínimo de esforço. Em um combate, o praticante tinha como o único objetivo a vitória. No entender de Kano, isso era totalmente errado. Uma atividade física deveria servir, em primeiro lugar, para a educação global dos praticantes. Os cultores profissionais do jujutsu não aceitavam tal concepção. Para eles, o verdadeiro espírito do jujutsu era o shin-ken-shobu (vencer ou morrer, lutar até a morte).

Por suas idéias, Jigoro Kano era desafiado e desacatado insistentemente pelos educadores da época, mas não mediu esforços para idealizar o novo jujutsu, diferente, mais completo, mais eficaz, muito mais objetivo e racional, denominado de judô. Chamando o seu novo sistema de judô, ele pretendeu elevar o termo “jutsu” (arte ou prática) para “do”, ou seja, para caminho ou via, dando a entender que não se tratava apenas de mudança de nomes, mas que o seu novo sistema repousava sobre uma fundamentação filosófica.

Em fevereiro de 1882, no templo de Eishoji de Kita Inaritcho, bairro de Shimoya em Tóquio, Jigoro Kano inaugura sua primeira escola de Judô, denominada Kodokan (Instituto do Caminho da Fraternidade), já que “Ko” significa fraternidade, irmandade; “Do” significa caminho, via; e “Kan”, instituto.

Os Três Princípios do Judô

Os princípios que inspiraram Jigoro Kano quando da idealização do judô foram os três seguintes:

  • Princípio da máxima eficiência com o mínimo de esforço (seiryoku zen’yo)
  • Princípio da prosperidade e benefícios mútuos (jita kyoei)
  • Princípio da suavidade, ou seja, o melhor uso de energia (ju)

Graduações

Os judocas são classificados em duas graduações: kiu e dan.

As promoções no judô baseiam-se em exames que incidem sobre requisitos tais como: duração de tempo de treino, idade, caráter moral, execução das técnicas especificadas nos regulamentos e comportamento em competições. No caso de promoção de kiu(classificação), faixa branca a marrom é outorgada pela associação, no caso de promoção as graduações de dan, até 5º dan são realizadas pela banca examinadora da Liga ou Federação Estadual, as outras graduações superiores pela Confederação Nacional.

Os graus no Judô dividem os alunos nos grupos: Dangai (da faixa branca à marrom) Yudan (do 1º ao 5º Dan) [6]Kodanshas (faixa “coral” e faixa vermelha). O mais alto grau concedido é a extremamente rara faixa vermelha Judan (10º Dan) que até o ano de 2009 fora concedida apenas a 15 homens, sendo que até a referida data 3 estão vivos (Toshigo Daigo, Ishiro Abe, Yoshimi Osawa) os três promovidos dia 08/01/2006 pelo Kodakan.

Graduação Kyu

Há oito graus Kyu, os quais se distinguem pelas cores das faixas:

OBSERVAÇÕES

(*) Apenas para pessoas com menos de 18 anos de idade.

(+) Todo judoca inicia no judô nesta faixa.

(**) Segunda faixa para os judocas com mais de 18 anos de idade.

(++) Quarta faixa para os judocas com menos de 18 anos de idade.

(*+) Última (sétima ou nona) faixa para o judoca.

Graduações Dan

As graduações de dan avançam de modo crescente, ao contrario das graduações kyu, indo do 1º dan (shoudan) ao 10º dan (juudan). Esses graus se diferenciam pelas seguintes cores das faixas:

Pontuação

O objetivo é conseguir ganhar a luta valendo-se dos seguintes pontos:

  • Yuko – Um terço de um ponto. Um yuko se realiza quando o oponente cai de lado, ou quando é imobilizado por 15 segundos;
  • Wazari – Meio ponto. Dois wazari valem um ippon e termina o combate logo após o segundo wazari. Um wazari é um ippon que não foi realizado com perfeição. Também ganha wazari se conseguir imobilizar o oponente por 20 a 24 segundos;
  • Ippon – Ponto completo. O nocaute do judô, finaliza o combate no momento deste golpe. Um ippon realiza-se quando o oponente cai com as costas no chão, ao término de um movimento perfeito, quando é finalizado por um estrangulamento ou chave de articulação, ou quando é imobilizado por 25 segundos.

Penalizações

  • Shido é a penalização mais fraca do judô. É uma advertência que não gera pontos ao adversário.
  • Chui é atribuído quando se comete uma infração um pouco mais grave, ou quando é atribuído um segundo shido. Ao atribuir-se o chui a um combatente, atribuí-se um yuko ao outro.
  • Keikoku é atribuído quando se comete uma infração grave, ou quando é atribuído um shido quando já se tem chui, mas que não chega para terminar o combate. Ao atribuir-se um keikoku a um combatente, atribui-se um wazari ao outro.
  • Hansoku-make é atribuído quando se comete uma infração muito grave, de forma que esse combatente que sofre castigo é expulso e o outro vence por atribuição de ippon. Também é atribuído hansoku-make quando se aplica um shido e acumula a um keikoku.

Devido as alterações de regras da FIJ, nos dias atuais só é aplicado o shido, sendo o primeiro shido aplicado como uma advertência dada ao atleta por algum motivo como falta de combatividade, por exemplo, sem contar pontos ao adversário. Devido à extinção do koka, no momento em que o segundo shido (equivalente ao chui) é aplicado, o outro atleta recebe um yuko, no terceiro, um wazari e, no quarto shido, após uma reunião dos três árbitros do combate, é aplicado ou não o hansoku-make.

Formas de saudação

A prática do judô é regida por cortesia, respeito e amabilidade. A saudação é o expoente máximo dessas virtudes sociais. Através dela expressamos um respeito profundo aos nossos companheiros. No judô, há duas formas de expressarmos: tati-rei ou ritsu-rei (quando em pé) e za-rei (quando de joelhos). Esta última é conhecida por saudação de cerimônia. Efetua-se as seguintes saudações:

Tachi-rei ou Ritsu-rei

Ao entrar no dojô bem como ao sair; Quando subir no tatami para cumprimentar o professor ou seu ajudante; Ao iniciar um treino com um companheiro, assim como ao terminá-lo.

Za-rei

Ao iniciar, bem como ao terminar o treinamento; Em casos especiais, por exemplo, antes e depois dos KATA; Ao iniciar um treino no solo com o companheiro, bem como ao terminá-lo.

Técnicas do Judô

O judô não é simplesmete a arte de lutar, pois carrega também consigo uma filosofia de vida (como a palavra judô, que significa “caminho da suavidade” sugere). o judô, assim como quaisquer outras artes marciais, não existem para serem usadas para a violência, mas sim para o auto-aprimoramento tanto físico quanto intelectual.

O judô apresenta muitas técnicas, agrupadas em  nague-waza (técnicas de arremesso), composta por dois subgrupos: o primeiro, tachi-waza (técnicas de projeção em pé), envolve técnicas de ashi-waza (técnicas de perna), te-waza (técnicas de braço) e koshi-waza (técnicas de quadril), enquanto o segundo subgrupo é composto por sutemi-waza (técnicas de sacrifício), dividido em yoko-sutemi-waza (técnicas de sacrifício laterais) e ma-sutemi-waza (técnicas de sacrifício frontais), e;  katame-waza (técnicas de controle; normalmente utilizadas no combate no solo) – ossae-waza (técnicas de imobilização), shime-waza (técnicas de estrangulamento) e kansetsu-waza (técnicas de chave articular). Essas técnicas são pontuadas de acordo com a projeção resultante, o tempo de imobilização ou submissão do adversário. A punição do oponente é outro meio de se obter pontuação (MIARKA, 2011). Na aplicação de waza (técnicas), tori é quem aplica a técnica e uke é aquele em que a técnica é aplicada.

Cinco Fundamentos

  • Shinsei (postura)

Existem dois tipos de postura no judô Shisentai, que é a postura natural do corpo e Jigotai, que é a postura defensiva

  • Shintai (movimentação)

Ayumi-ashi, andando normalmente.

Suri-ashi, andando arrastando os pés.

Tsugi-ashi (apenas em katas), que anda-se colocando um pé a frente e arrastando o outro, sem ultrapassar o primeiro.

  • Tai-sabaki (deslocamento de corpo / tai = corpo; sabaki = deslocamento)

Pode ser: Mae-sabaki (para frente), Ushiro-sabaki (para trás) ou Yoko-sabaki (para os lados)

  • Kumi-Kata (pegadas, formas de pegar)

Existem inúmeros tipos de pegadas, sendo apenas proibida a pegada por dentro da manga e por dentro da barra da calça.

A pegada pode ser feita no eri (gola), sode(manga) e, desde que haja o desequilíbrio do adversário ou o adversário esteja fazendo a pegada cruzada (manga e gola do mesmo lado), no chitabaki(calça). Pode ser de direita (migui) ou de esquerda (hidari). Variando entre canhotos e destros, embora para algumas projeções se use a pegada de lado contrário ao qual se vai atacar.

  •  Ukemi (amortecimento de quedas)

Os “rolamentos” são fundamentais para a segurança do praticante, a física explica: estas técnicas “dissipam” a energia cinética que, se fosse transferida na sua totalidade para os órgãos internos, poderia causar prejuízo à saúde.

Os ukemis são : Ukemi Zenpo kaiten -> Zenpo ( rolamento) kaiten ( rotação) , logo ukemi que você rola e gira. Ushiro ukemi -> Ushiro ( para trás) , logo ukemi para trás. Mae ukemi -> Mae ( para frente) , logo ukemi para frente. Yoko ukemi -> Yoko ( para o lado) , logo ukemi para o lado.

Brasileiros medalhistas em  Olimpíadas:

Munique 1972

Chiaki Ishii – Bronze (Meio-Pesado)

Los Angeles 1984

Douglas Vieira – Prata (Meio-Pesado)

Luís Onmura – Bronze (Leve)

Walter Carmona – Bronze (Médio)

Seul 1988

Aurélio Miguel – Ouro (Meio-Pesado)

Barcelona 1992

Rogério Sampaio – Ouro (Meio-Leve)

Atlanta 1996

Henrique Guimarães – Bronze (Meio-Leve)

Aurélio Miguel – Bronze (Meio-Pesado)

Sydney 2000

Tiago Camilo – Prata (Leve)

Carlos Honorato – Prata (Médio)

Atenas 2004

Leandro Guilheiro – Bronze (Leve)

Flávio Canto – Bronze (Meio-Médio)

Pequim 2008

Leandro Guilheiro – Bronze (Leve)

Ketleyn Quadros – Bronze (Leve)

Tiago Camilo – Bronze (Meio-médio)

Enfim,  o Judô é um esporte belíssimo, que quando conseguimos entender as regras e a filosofia, é muito mais fácil de acompanhar.

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A nossa torcida é demais, a mais temida entre os jogadores. Foi o que o Globo Esporte apurou numa pesquisa. Alguns clubes concorrentes em São Paulo, não aparecem nem entre os 10 maiores, podem ter vários títulos importantes, mas a essência do futebol que é torcida, nós somos os maiores.

Abaixo a matéria do Boa Informação:

A menos de um minuto do início da partida, sobe a escada uma fila de corintianos. À esquerda, um jovem faz o sinal da cruz três vezes antes de enxergar o gramado do Pacaembu. No centro, o pai leva duas crianças, a menina no colo. E à direita, um casal de idosos caminha apressadamente (a senhora passos à frente) para não perder nem um instante do jogo. O grupo caminha para se juntar a quase 15 mil torcedores na estreia do Campeonato Brasileiro.

O ritual se repete inúmeras vezes por ano. A Fiel tem orgulho em bater no peito e dizer que é diferente das outras torcidas. Os rivais garantem que é balela. Que tal, então, perguntar a quem está em campo. Na pesquisa realizada pelo GLOBOESPORTE.COM em parceria com a revista “Monet” com mais de 300 jogadores, a torcida corintiana foi eleita a mais temida por 142 boleiros. Votação surpreendente, sobretudo pela vantagem sobre a maior do país: os flamenguistas foram citados somente 42 vezes.

No último domingo, o Corinthians iniciou a defesa do título nacional contra o Fluminense, assim como a nação alvinegra tem de defender o bicampeonato. Nos últimos dois anos, o clube teve a melhor média de público da competição. O começo não foi dos mais promissores. Em campo, o time reserva perdeu para os também suplentes cariocas, já que ambos priorizam a disputa da Taça Libertadores. Nas arquibancadas, muitos também se pouparam para o duelo contra o Vasco, na quarta-feira. Foram 14.797 pagantes, bem menos do que as médias de 29.424 do ano passado e 27.446, de 2010.

O clube paulista passou a investir ainda mais na relação com seus fanáticos desde o fim de 2007, com a tragédia do rebaixamento para a Série B do Brasileirão. Na ocasião, criou o lema “Eu nunca vou te abandonar” e obteve sucesso. As ações de marketing, a aposta em nomes consagrados como Ronaldo, em 2009, e um eficiente sistema de venda de ingressos pela internet fizeram os públicos crescerem.

– É um vício saudável – resume Vinícius, 20 anos, integrante de uma das torcidas uniformizadas.

Entre tantos hits criados pelos compositores das arquibancadas, o “Aqui tem um bando de loucos” é o de maior sucesso. Loucos mesmo. A ponto de obrigarem (pacificamente, pelo menos no último domingo) dois torcedores desavisados a tirarem as blusas verdes, cor do arquirrival Palmeiras.

Durante o jogo, o canto até que durou bom tempo, mas foi sendo abafado pelo desinteresse da equipe. O atacante Willian era o principal alvo, embora nenhum protesto tenha ocorrido. Apenas a esperança de que na quarta-feira tudo seja diferente.

– A nossa torcida é diferente. Nenhuma no Brasil ajuda tanto quando o time está mal quanto a nossa – elogia Ralf, volante que espera apoio incondicional durante os 90 minutos no “jogo do ano” contra o Vasco.

No questionário enviado aos jogadores, se somadas as respostas que citam todas as outras torcidas, não se igualam ao número de votos dedicados aos alvinegros (sem contar os 69 que não responderam). Depois de Corinthians e Flamengo, vêm Sport, Grêmio e Atlético-PR. Razão ainda maior de orgulho para a Fiel é o fato de os rivais terem recebido votação inexpressiva. O São Paulo teve seis menções, contra quatro do Santos e uma do Palmeiras (registre-se que os jogadores palmeirenses não participaram da pesquisa).

Para Paulinho, parceiro de Ralf no meio de campo, a presença de alvinegros em todos os cantos do país foi fundamental para que companheiros de outros times coroassem a torcida.

– Sempre tem muita gente, dentro e fora de casa, e eles cantam muito. Ajudam mesmo – decreta.

É nessa força que vem do lado de fora que o Corinthians aposta para vencer o Vasco nesta quarta, voltar a disputar uma semifinal de Libertadores e enlouquecer ainda mais o bando de loucos que o Brasil respeita.

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O site do Globo Esporte está muito bom. Os melhores lances de todos os jogos já disputados neste brasileirão 2011, é possível ver no site, inclusive com todos os gols dos artilheiros, por exemplo Liedson fez 4 gols até agora, dá para assistir a todos separadamente.

A tabela está completa,  inclusive com as estatísticas de todos os jogos. Você clica em um número da tabela, por exemplo, o número de vitórias do seu time e é mostrado contra quem e o placar dos jogos ganhos, muito bom!

Se existe algum site de esportes assim no Brasil, desconheço.

Não sou muito fã da Rede Globo, mas em matéria de esportes, tem que dar a mão a palmatória.

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Informações sobre a recuperação de Felipe Massa clique aqui

Enfim chegou o final da temporada, e tudo será decidido na última prova, Hamilton tem uma grande vantagem, mas numa curva pode por tudo a perder, na minha opinião, Hamilton é mais piloto que Massa, mas a Ferrari, parece ter um carro melhor e leva vantagem em Interlagos, isso se a Ferrari não pisar na bola como em Cingapura.

Probabilidades de cada um ser campeão:

Massa

Felipe Massa

  • Só será campeão se ganhar a corrida e Hamilton chegar no máximo em 6º lugar.
  • Se chegar em 2º lugar, Hamilton no maximo em 8º lugar.

Hamilton

Lewis Hamilton

  • Se chegar até a 5º colocação.
  • Se chegar em 6º lugar ou abaixo, Massa não poderá vencer a corrida.
  • Se não pontuar, Massa não poderá chegar em 2º lugar.

Pontuação do campeonato:

  1. Lewis Hamilton – 94
  2. Felipe Massa – 87
  3. Robert Kubica – 75
  4. Kimi Haikkonen – 69
  5. Nick Heidfeld – 60
  6. Fernando Alonso – 53

Pontuação Construtores:

  1. Ferrari – 156
  2. McLaren Mercedes – 145
  3. BMW Sauber – 135
  4. Renault – 72
  5. Toyota – 52
  6. Toro Rosso – 34

Carreiras de Lewis Hamilton e Felipe Massa:

Lewis Hamilton

Lewis Carl Hamilton (Tewin, condado de Hertfordshire, 7 de janeiro de 1985) é um piloto britânico de Fórmula 1.

Em 2005 competiu na Fórmula 3 européia, campeonato que venceu de forma arrasadora. Em 2006 competiu na GP2 no lugar do campeão Nico Rosberg, que se transferiu para a Fórmula 1.

Competia com o apoio da equipe McLaren de Fórmula 1 e era observado com curiosidade no meio automobilístico, no final de 2006 foi anunciado pela McLaren como o piloto da equipe para a temporada 2007 onde correu ao lado do campeão de 2006, Fernando Alonso. Em seu primeiro GP na categoria, o GP da Austrália, conseguiu um terceiro lugar. A sua primeira vitória foi no Grande Prémio do Canadá de 2007. Nesta temporada, teve problemas com seu companheiro de equipe Fernando Alonso, que acusava a equipe de favorecer o piloto britânico. Hamilton estava com o título da temporada 2007 nas mãos, porém ele cometeu erros nas duas últimas corridas e o campeão foi Kimi Raikonnen.

Em janeiro de 2008, a McLaren renovou o contrato de Hamilton, estendendo-o até 2012.

Felipe Massa

Começou sua carreira no kart, quando tinha apenas oito anos de idade, época em que encontrou seu então ídolo Ayrton Senna e pediu-lhe um autógrafo – que foi negado por Senna. A partir desse episódio, Massa passou a torcer por Nelson Piquet.[1] Passou pela Fórmula Chevrolet, Fórmula Renault, Fórmula 3 e Fórmula 3000.

Em 2002 teve sua estréia na Fórmula 1 na equipe Sauber. Com todas as vagas preenchidas para o campeonato de 2003, Massa acabou sendo piloto de testes da Ferrari.
Massa comemorando a vitória no GP do Brasil, em 2006Felipe retornou como titular em 2004 novamente pela equipe Sauber ficando até em 2005. No mesmo ano, Rubens Barrichello anuncia sua saída na equipe italiana. Posto que é ocupado por Felipe Massa em 2006 sendo companheiro de equipe de Michael Schumacher na Ferrari. Neste mesmo ano, Massa alcançou sua primeira vitória na categoria no Grande Prêmio da Turquia (27 de Agosto de 2006), ficando em terceiro lugar no campeonato.

Felipe Massa ganhou em casa o Grande Prêmio do Brasil em 22 de Outubro de 2006, sendo o primeiro brasileiro a vencer em Interlagos desde Ayrton Senna, em 1993. Foi a 90ª vitória brasileira na Fórmula 1 e a última corrida de Michael Schumacher. Com a aposentadoria de Schumacher, Felipe teve chances de brigar pelo título do Campeonato Mundial de Fórmula 1 em 2007, mas, devido a problemas durante a temporada, acabou em quarto lugar. Em 2008, pela primeira vez na carreira, assumiu, após vencer na França, a liderança do Mundial, entrando na história, como primeiro piloto brasileiro a liderar o campeonato, depois de Ayrton Senna em 1993.

Local da decisão do título:

AUTÓDROMO DE INTERLAGOS – SÃO PAULO

O Autódromo de Interlagos (cujo nome oficial é Autódromo José Carlos Pace) está localizado no bairro de Interlagos na cidade de São Paulo, Brasil. Foi inaugurado em 12 de Maio de 1940 após pouco mais de um ano de construção.

O nome tradicional do circuito vem do fato que ele foi construído em uma região entre dois lagos artificiais, Guarapiranga e Billings, que foram construídos no começo do século XX para suprir a cidade com água e energia elétrica.

Vitória de Felipe Massa no Brasil em 2006:

Um video muito legal de Lewis Hamilton com 13 anos correndo de kart:

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