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Posts Tagged ‘japão’

O Yuotube está permitindo alguns usuários postarem videos com mais de 10 minutos de duração, então tem alguns publicando filmes completos como esse aqui, Kung Fusão dublado, comédia oriental maravilhosa, uma mistura de artes marciais com filme pastelão, muito bom!

Quem assistir vai concordar de que se trata de um bom filme,  primeiro de muitos  aqui no blog:

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dragon_ball_z_31Clique na foto para acessar o site

Neste site logo abaixo, podemos assistir vários episódios de Dragon Ball Z, desde a saga de Freeza, Cell, etc, e vários filmes.

Apesar de ser em espanhol, não é difícil compreender as falas.

É possível ficar horas assistindo, porque parece que o canal é 24 horas.

Vale a pena dar uma olhada.

Justin.tv – Dragon Ball Z

História

Dragon Ball Z (ドラゴンボールZ, Doragon Bōru Zetto?) é um anime que faz parte do universo Dragon Ball, sendo a segunda série da franquia. Corresponde aos volumes 17 ao 42 do mangá original de Akira Toriyama (33 a 83 na edição brasileira). Quando Dragon Ball Z surgiu nas televisões de todo o mundo, muitos jovens ficaram viciados nos desenhos, tornando-se grandes fãs da série. Alguns adultos criticaram o grau de violência apresentado, mas isso não evitou o aproveitamento que muitas empresas fizeram do sucesso do anime. Venderam-se produtos com desenhos das personagens em adesivos, roupas, posteres além de vídeos e jogos.

O estrondoso sucesso da série Dragon Ball levou a criação da continuação Dragon Ball Z. A série dirige-se ao público adolescente e adulto. Esta série aparece recheada de longos combates com muita ação. Em Dragon Ball Z, as histórias possuem um clima mais sério que as de seu antecessor, substituíram a comédia, mas o humor ainda existe em algumas partes da série. Possui vários episódios e neles poucas coisas acontecem aumentando o suspense.

Dragon Ball Z foi a última série de Dragon Ball criada por Akira Toriyama. Sua história se divide em quatro sagas. Ao longo da série podemos ver o crescimento dos personagens e o desenvolvimento de seus poderes, assim como novos poderes, novas raças como os Saiyajins e suas transformações, em questão: Super Sayajin. Os elementos e a química envolventes da série se fundem gerando então um sucesso maior do que a sua antecessora, Dragon Ball.

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samurai

A palavra samurai significa, aquele que serve. Os samurais eram como soldados da aristocracia do Japão entre 1100 e 1867. Com a restauração Meiji a sua era, já em declínio, chegou ao fim. Suas principais características eram a grande disciplina, lealdade e sua grande habilidade com as espadas.

Durante sete séculos os shoguns e samurais tiveram seu apogeu de lutas.  Quando a expansão européia na Ásia se completou, por volta do século XIX, os samurais desapareceram, porém os ensinamentos de sua arte guerreira permanecem até hoje, principalmente a mística criada em torno de suas espadas.

Conheça os principais tipos de espadas

As lâminas japonesas utilizadas pelos samurais são encontradas em 4 tipos básicos:

tanto

Tantô

Usualmente uma faca, sempre com 30 cm de comprimento, usada para trabalhos gerais, podendo até ser utilizada para a prática do harakiri (lenta e dolorosa forma de suicídio, onde o samurai cortava o ventre no sentido horizontal, da esquerda para a direita, quando sua honra estava irremediavelmente comprometida).

waki

Wakizashi

Uma pequena espada, geralmente com medida não inferior a 45 cm de comprimento. Na tradição religiosa e guerreira do samurai, esta lâmina era utilizada para a correção dos seus próprios defeitos, podendo ser também utilizada para o harakiri e somente sendo usada para a defesa de sua vida em último caso.

katana

Kataná

É a verdadeira espada de combate, nunca com medida inferior a 60 cm de comprimento e entendida como aquela própria para a correção dos defeitos da comunidade onde vivia o samurai.

tachi

Tachi

É a mais longa, normalmente usada quando ele estaria próximo, ou se dirigia a seu shogun. Usualmente sua lâmina deve ter um mínimo de 8 cm a mais do a katana, sendo a bainha caracterizada por ter dois anéis metálicos de sustentação, o que também possibilitava que fosse carregada nas costas.

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Nunes

Estou postando algumas camisas de futebol, que foram utilizadas em um grande momento dos clubes, um momento histórico do futebol, e também a história do campeonato na qual ela foi usada, por exemplo a camisa usada pelo Corinthians em 1977. O uniforme conta a história de uma época ou de um ano somente ou apenas um campeonato. A camisa de um clube e seu distintivo, significa o que tem de mais representativo para um clube ou seleção, é como a nossa bandeira nacional, com todas as suas estrelas, representa para nós cidadãos brasileiros.

CAMPEONATO PAULISTA DE 1977 – CORINTHIANS CAMPEÃO

O Campeonato Paulista de Futebol de 1977 teve como campeão o Sport Club Corinthians Paulista, que com essa histórica conquista deu fim a uma série de 22 anos sem ganhar este campeonato. A equipe corintiana derrotou na final, após 3 partidas, a equipe da Associação Atlética Ponte Preta, de Campinas, pelos placares de 1 a 0 para o Corinthians na primeira partida, 2 a 1 para a Ponte Preta na segunda partida e 1 a 0 para o Corinthians na terceira e última partida.

Dia 13 de outubro de 1977 data histórica no futebol brasileiro e da história do futebol do Sport Club Corinthians Paulista jogo final teve um publico de 86.677 pagantes. O juiz foi Dulcídio Wanderley Boschilia. O Corinthians foi campeão com Tobias. Zé Maria. Moisés Ademir e Wladimir. Ruço e Luciano. Vaguinho. Geraldão. Basilio e Romeu. A Ponte Preta perdeu com Carlos. Jair. Oscar. Polozi e Anglo. Marco Aurélio e Dicá. Lucio. Rui Rei. Wanderlei e Tuta (Parraga).

O jogo: Apesar do empate dar o título ao Sport Club Corinthians Paulista o time foi todo ao ataque. Seus jogadores sentiam o desejo da torcida, a necessidade de vibrar com um gol. Somente assim o carnaval do campeonato seria completo. A torcida não queria que a conquista do titulo viesse com um empate que favorecia seu time pelas duas vitórias anteriores. Evidentemente o nervosismo aumentava a medida que o tempo passava. A tática nessa hora não é o fator principal. O principal é a raça, o coração, a vontade de vencer. Aos 38 minutos do segundo tempo saiu o gol corinthiano. Depois da cobrança de uma falta por Zé Maria, se estabeleceu uma tremenda confusão na área da Ponte Preta. A bola bateu na trave e voltou, Wladimir cabeceou na cabeça de um zagueiro e no rebote, Basilio chutou para as redes adversárias. Foi um delírio no estádio do Morumbi. Parecia que somente existia corinthiano no estádio. Ao final do jogo, foi uma loucura de jogadores, dirigentes e torcedores.

COPA LIBERTADORES DE 1976 – CRUZEIRO CAMPEÃO

Nas décadas de 60 e 70, o cenário sulamericano era dominado por times argentinos e uruguaios. A única equipe brasileira a se sagrar campeão da Taça Libertadores fora o Santos de Pelé.

Os representantes do Brasil na Taça de 1976 eram Internacional e Cruzeiro, respectivamente campeçao e vice do campeonato nacional. Os dois se enfrentaram na primeira fase num jogo emocionante em que o Cruzeiro prevaleceu, vingando a derrota no campeonato brasileiro do ano anterior: 5 a 4 para a academia celeste.

Na edição da Libertadores de 1976, cada um dos 10 paises participantes seriam representados por dois clubes: para o Brasil, Internacional e Cruzeiro (campeão e vice do brasileiro do ano anterior).

Os 20 clubes, divididos em 5 grupos, disputariam as 5 vagas para as semifinais, onde se juntariam com o vencedor da edição anterior, o Independiente da Argentina.

Após a fase eliminatória, River, Independiente e Peñarol formaram o primeiro grupo das semifinais, enquanto o Cruzeiro se juntava a LDU e Alianza no segundo grupo.

As semifinais mostraram a força de Cruzeiro e River que fariam uma final digna dos grandes jogos de todos os tempos e o Cruzeiro poderia devolver ao Brasil a taça que faltava desde a última conquista do Santos de Pelé, em 1963.

 O Cruzeiro fez a final contra o River Plate, da Argentina que, assim como o Cruzeiro, nunca havia vencido a Libertadores. Na primeira partida no Mineirão, o time aplicou um show de bola nos argentinos e goleou por 4 a 1. O terceiro gol foi mais um gol antológico daquela brilhante campanha. Joãozinho driblou Comelles e Perfumo e cruzou para Palhinha, que com um leve toque de cabeça pra trás, encontrou Eduardo, que vinha na corrida, fez que ia chutar, mas foi a linha de fundo e com um toque encobriu o goleiro Fillol para Palhinha marcar de cabeça.

CAMPEONATO MUNDIAL DE 1981 – FLAMENGO CAMPEÃO

Muitos achavam que o Flamengo era um time que só conquistava títulos no Maracanã. A Taça Libertadores, vencida no Uruguai, balançou a tese. Depois, o show seria em Tóquio

Os craques rubro-negros entraram em campo no dia 13 de dezembro de 1981, para enfrentar o Liverpool pelo Mundial Interclubes, com o objetivo de exterminar uma velha máxima ouvida pelos quatro cantos do Brasil: “o Flamengo é time de Maracanã, só neste estádio mostra superioridade”. É verdade que, apenas 20 dias antes, o clube carioca conquistara a Taça Libertadores em Montevidéu, no Uruguai, ao derrotar o Cobreloa, do Chile. Mas pouco importou para os críticos. Para convencê-los, o jeito era superar os ingleses. Com sobras, de preferência.

Tudo indicava que não seria fácil. O Liverpool passava por uma fase semelhante à do Flamengo, conquistando títulos há muitos anos. Por coincidência, a primeira taça importante, a da Copa dos Campeões da Europa, foi conquistada em 1978, mesmo ano em que o clube da Gávea vencia o Campeonato Carioca, dando início a uma era de ouro em sua História.

A saga vitoriosa do Liverpool seguiria com dois títulos de campeão Inglês, em 1979 e 80, uma Copa da Inglaterra, em 81, e uma nova conquista da Copa dos Campeões da Europa, também em 81. Enquanto isso, o Flamengo arrebatava mais três Campeonatos Cariocas, 79, 79 (Especial) e 81, um Brasileiro (80) e uma Taça Libertadores (81). Os capitães das duas equipes, Thompson e Zico, deviam estar exaustos de tanto praticar levantamento de troféus.

Na guerra dos currículos, pior para o clube brasileiro. Para os especialistas em futebol, as campanhas dos títulos recentes do Liverpool haviam sido mais árduas. Por exemplo, em 1981, enquanto o Flamengo vencera o desconhecido Cobreloa na decisão da Libertadores, o time inglês superara Bayern de Munique e Real Madrid nas duas últimas fases – semifinais e final, respectivamente – da Copa dos Campeões. Pois é, só que essas teses pouco valeriam em Tóquio. Em campo, como adoram repetir os jogadores, seriam 11 contra 11. Durante o jogo decisivo, aí sim, surgiria o favorito.

Os 62.000 torcedores que compareceram ao Estádio Nacional não tiveram que esperar muito para saber qual era o melhor time em campo. Aos 13 minutos, Zico lançou Nunes que viu a saída desesperada do goleiro Grobbelaar e, ainda fora da grande área, o encobriu para abrir o placar. “Acidente de percurso”, pensaram os ingleses. Coitados, mal sabiam que o show rubro-negro estava apenas começando.

Não se pode dizer que o Liverpool não contava com talentos capazes de inverter o rumo da partida. Os habilidosos Souness e Dalglish, dois dos maiores jogadores da História do futebol escocês, poderiam brilhar a qualquer momento, fazendo o Flamengo tremer. Tremer? Presta atenção no time dirigido por Paulo César Carpegiani: Raul; Leandro, Marinho, Mozer e Júnior; Andrade, Adílio e Zico; Tita, Nunes e Lico. Havia craques por todos os lados, vencê-los era tarefa quase impossível.

E o pior para os ingleses era que Zico estava inspirado, levando à loucura a defesa adversária. Aos 34 minutos, McDermott derrubou Tita na entrada da área e o Galinho se encarregou da cobrança da falta, mandando a bomba que Grobbelaar apenas rebateu. Na sobra, Lico acertou Thompson e Adílio, esperto, estufou a rede: 2 a 0.

O Liverpool bambeou, faltava pouco para ruir de vez. A solução era torcer para que o primeiro tempo terminasse logo, com a intenção de se recuperar dos ferimentos no intervalo. A tática estava acertada, só faltou avisar a Zico e Nunes. Aos 41 minutos, o maior jogador do Flamengo em todos os tempos lançou novamente o centroavante, que avançou e bateu na saída do goleiro. Com 45 minutos de antecedência, a taça já tinha destino certo: o Rio de Janeiro.

O segundo tempo foi arrastado, chato mesmo de se ver. O Liverpool não mostrava forças para reagir, limitou-se a ficar na defesa – talvez temendo sofrer uma goleada ainda mais humilhante. Os craques do Flamengo tocavam a bola de pé em pé sem objetividade, envolvendo os combalidos adversários e esperando o tempo passar. Foram 45 minutos de total domínio rubro-negro sobre os ingleses.

Final de jogo e festa no Brasil, o clube mais popular do país conquistava o mundo. Agora, definitivamente, o Flamengo não poderia ser chamado de “time de Maracanã”. Afinal, provou ser imbatível em todo o canto, até mesmo do outro lado do planeta.

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Juarez Barcellos

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