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Posts Tagged ‘jesus’

Será que algumas pessoas ainda não perceberam realmente qual o verdadeiro papel deste dia sagrado? Alguns dizem que odeiam o Natal, mas porque? por solidão ou pela figura do Papai Noel, já que todos sabem que não existe.
Talvez seja por serem amarguradas com a vida, não acreditarem no amor ao próximo, então preferem ignorar este dia, já que é um dos maiores símbolos de união entre as famílias e amigos. Talvez por isso odeiam o Natal…
Mas se odeiam este dia como conseguem sobreviver aos outros 364 dias do ano, talvez com fugas para aguentar sua pobre existência. Bebidas, drogas ou companhias que não levem a lugar algum, são um dos exemplos de fuga.
Se algumas pessoas odeiam o Natal, então não acreditam em Deus?
Eu duvido que pensem assim, então é somente enxergar qual o verdadeiro sentido do Natal.
Muitos pensam que o Natal é somente presentear os amigos e familiares, especial do Roberto Carlos na TV, Papai Noel e suas renas, encher a cara até cair, amigo secreto, árvore de natal, praia, etc, etc e etc e tal. Então alguns,  talvez queiram se livrar de tudo isso, por solidão, por falta de grana para comprar um presente ou por falta daquele ente querido que se foi.
Tudo isso fica em segundo plano, porque neste dia de festa para a grande maioria e de tristeza para alguns, o famoso 25 de Dezembro tem simplesmente só um motivo:
” O nascimento de Jesus Cristo”

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Este texto mostra porque devemos agradecer a Deus todos os dias, porque  se prestarmos atenção, sempre que precisamos Ele está presente, mas pra isso não devemos ser egoístas e não pensarmos só em nós, devemos olhar para o próximo que está ao nosso lado, talvez precisando muito mais que a gente.

Existe um conto a respeito de um pastor protestante, o qual estava visitando doentes em um hospital psiquiátrico. Ali, um dos pacientes, o qual aparentemente naquele momento estava tendo um minuto de lucidez, aproximou-se do pastor e perguntou: “o senhor alguma vez agradeceu a Deus por sua capacidade de raciocínio” o pastor ficou petrificado com essa pergunta inesperada. Não, ele nunca teve a idéia de agradecer a Deus por esta capacidade tão óbvia. Sòmente ali no hospital, vendo ao seu redor a grande quantidade de doentes mentais, ele entendeu então que o raciocínio é uma Dádiva Divina de Deus! Ali mesmo o pastor prometeu ao doente e a sí mesmo, que iria diàriamente agradecer a Deus por seu raciocínio saudável.
Este acontecimento da vida do pastor caracteriza fatos comuns da vida do homem com os benefícios que ela lhe dá, com cuja força as pessoas se acostumaram a aceitar tudo com seu próprio entendimento. Raramente alguém agradece ao seu Criador, o Qual constantemente se preocupa com as pessoas e lhes envia incontáveis bens materiais e espirituais. São João de Kronstadt escreveu: “seja lá para onde eu olho com os olhos do coração, no meu interior ou fora dele, em todo lugar vejo fortes motivos para agradecer e glorificar a Deus.”

Realmente, nossa vida inteira é uma longa corrente de dádivas do nosso Pai misericordioso. Ele criou nosso corpo, o qual é melhor e mais perfeito do que qualquer mecanismo ou computador. Ele soprou dentro de nós essa alma imortal, a qual reanima nosso corpo, e a qual é mais amada e preciosa para nós do que tudo. Ele nos deu o raciocínio o qual nos engrandece perante os animais; – A livre vontade, graças à qual podemos guiar fisicamente e espiritualmente a nossa vida. Ele nos dotou de sentimentos, com os quais temos a aptidão de desfrutar as dádivas de Deus e encontrar a alegria e felicidade na vida.

Embora não possamos ver a Deus com os olhos, nós sabemos que Ele se preocupa constantemente com nosso bem estar, muito mais do que uma mãe amorosa. Ele nos manda o sol brilhante, o qual ilumina e aquece, nos alegra e nos dá ânimo. Ele nos agrada enviando a chuva e as plantações de frutas, verduras, legumes e flores, os quais nos alimentam e alegram nosso coração. Ele determinou que o solo fizesse brotar diversos frutos, com os quais nosso corpo se alimenta e sobrevive, e manda os animais para nos servirem. Assim, pela vontade de Deus, as montanhas, planícies, o mar e os rios, as árvores e pedras, pássaros e peixes, a terra e o ar – tudo funciona para o nosso aproveitamento e usufruto prazeroso. A força divina de Deus dá continuidade e ampara nossa vida, entre todas interferências e perigos do mundo. Conclusão: “Com Ele nós vivemos, nos movimentamos e existimos.” Cada instante de nossa vida é uma dádiva de Suas bençãos sem fim, cada respiração do nosso peito é sinal de Sua benevolência paternal, cada batimento do nosso coração é a ação de Seu imenso amor e misericórdia.

Mas isto é pouco! Quando as pessoas desobedecendo os mandamentos de Deus se tornaram indignas perante Ele, o Deus Pai não os deixou no abandono. Ao contrário, por Seu infinito amor, Ele “deu o Seu Filho único, para que todo o que Nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3:16).

O Filho Unigênito de Deus, tendo pena de nós crianças pródigas, veio ao nosso mundo e assumiu nossa vida humana. Ele “aniquilou-Se a Sí mesmo, assumindo a condição de escravo e assemelhando-Se aos homens. E sendo exteriormente reconhecido como homem humilhou-Se ainda mais, tornando-Se obediente até a morte, e morte na cruz” (Filp. 2:7-8). Ele nos ensinou a viver corretamente e nos mostrou o caminho para o Reino do Céu. Ele tomou para Sí os pecados da humanidade, sofreu por nós humilhações, foi espetado, açoitado, sofreu o tormento da crucificação, e teve uma morte ignominosa pelas mão de soldados cruéis; derramou Seu sangue por nós e entregou Sua Alma “Porquanto os filhos participam da mesma natureza, da mesma carne e do sangue, também Ele participou a fim de destruir pela morte aquele que tinha o império da morte, isto é, o demônio, e libertar aqueles que, pelo medo da morte estavam toda a vida sujeitos a uma verdadeira escravidão (Heb. 2:14-15).

O Espírito Santo, consubstancial com o Pai e o Filho, por causa da oferenda redentora de Jesus Cristo, desce sobre nós, limpa a nossa consciência de atos pecaminosos, reanima e ilumina nossa existência, nos dá Sua força divina, indispensável para uma vida correta e nos torna filhos de Deus.

Apesar disso tudo, freqüentemente nos esquecemos de Deus, magoando Sua misericórdia com nossa teimosia, obstinação e malícia. Mas Deus, não apenas não nos renega mas continua nos perdoando e tendo misericórdia de nós, esperando pacientemente por nossa tranformação. Mesmo com nossas frequentes quedas, Ele dirige nossa vida, com preocupação e sabedoria, para nossa salvação, para termos a alegria sem fim na Habitação Celeste. Raramente algum de nós fica ponderando sobre os muitos obstáculos que criamos para Deus para que Ele possa nos salvar.

São João de Kronstadt divide conosco suas experiências, as quais são um sinal para muitas pessoas crentes: “Quantas vezes a morte entrou em meu coração, passando depois para o corpo (inúmeras vezes), e de todos acontecimento mortais, Deus me preservou.” O sentimento de tamanha misericórdia de Deus evocou do salmista as seguintes palavras inspiradoras: “Bendize, Ó minha alma, ao Senhor, tudo o que existe em mim bendigo o Seu Santo Nome. Bendize, Ó minha alma, ao Senhor, e jamais te esqueças de todos os Seus benefícios. É Ele que perdoa as tuas faltas, e cura as tuas enfermidades. É Ele que salva tua vida da morte, e te coroa de bondade e de misericórdia. É Ele que cumula de benefícios a tua vida, e renova a tua juventude como a da águia. Ó Senhor faz justiça, dá o direito aos oprimidos… O Senhor é bom e misericordioso, lento para a cólera e cheio de clemência” (Salm. 102:1-8).

Nos momentos de provação, muitos se deprimem e resmungam. Mas, é preciso entender que Deus às vezes permite que aconteçam coisas desagradáveis conosco, não porque Ele nos esqueceu ou quer nos castigar. Não! Ele permite isso, como se fosse um remédio amargo, porém, indispensável, o qual nos cura do orgulho, pensamentos vãos, auto-confiança, auto-estima e outras falhas. Tendo entendido isto, São João Crisóstomo, no poente de seus dias, dizia: “Graças a Deus por tudo, principalmente pelo sofrimento.”

Nós, cristãos ortodoxos, devemos especialmente agradecer a Deus por Ele Ter nos determinado dignos de sermos “filhos de Sua Verdadeira Igreja,” a qual, pela força do Espírito Santo mantém o ensino limpo do Evangelho o qual nos ilumina e reforça com Seus sacramentos. Esta é a Igreja à qual pertenciam os profetas, Apóstolos, Mártires e todos os Santos, que se encontram no Céu e pertencem à Igreja, junto com seus irmão mais novos e conosco, pois a Igreja de Cristo é a grandiosa família de Deus. Esta é a Igreja na qual nós participamos na comunhão vivificante do Corpo e Sangue do nosso Salvador nos dando a imortalidade.

E assim, quando nós caminhamos conforme os planos de Deus para nossa vida, podemos ver que não tanto a dívida e a obrigação, quanto toda a nossa existência (tanto no presente como no futuro) exige que não fiquemos insensíveis às dádivas de Deus! A isto deve-se acrescentar que a nossa gratidão não é necessária para Deus, mas sim para nós mesmos. Quando agradecemos a Deus, nos lembramos de Seu amor por nós, Sua constante preocupação conosco e do mar de bens materiais e espirituais que Ele derrama sobre nós todos os dias. Esta lembrança ilumina nossa mente, nos dá a possibilidade de entender melhor de como se desenrola a meta de nossa vida e nos ajuda a distinguir o secundário do principal.

Além disso, a gratidão a Deus, dispersa o desânimo, afasta a tristeza e nos devolve a coragem e a alegria de viver. A gratidão a Deus pode ser comparada a um raio tépido de sol, que penetra nas profundezas da alma. Ao ser tocada pelo Sol Espiritual, a alma se aquece e a pessoa se torna mais bondosa e pronta para amar.

Vamos então nos esforçar para agradecer ao nosso Criador e Salvador, todos os dias de nossa vida, principalmente ao Domingos. Isto servirá como um bálsamo para nossa alma!

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O pequeno vilarejo de Fazenda Nova, município de Brejo da Madre de Deus, agreste de Pernambuco, tornou-se internacionalmente conhecido depois que, em 1951, um grupo de amigos e parentes comemorou a páscoa de uma forma original, encenando o “Drama do Calvário”. Os atores, na maioria agricultores humildes, não poderiam imaginar o sucesso em que se transformaria, com o passar do tempo, sua paixão de Cristo. Tanto cresceu o espetáculo que, em 1968, foi inaugurada a cidade-teatro de Nova Jerusalém.

A iniciativa original partiu do patriarca Epaminondas Mendonça, depois de ter lido em uma revista como os alemães da cidade de Oberammergau encenavam a Paixão de Cristo. Já a idéia de construir uma réplica da cidade de Jerusalém partiu de Plínio Pacheco, que chegou a Fazenda Nova em 1956 e levou 12 anos para concretizar seu projeto.

Emoção. Esta a melhor palavra para definir o mega espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém, encenado todos os anos no maior teatro ao ar livre do mundo.

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Os números da Paixão são tão grandiosos e expressivos quanto o próprio espetáculo. A cidade-teatro em Fazenda Nova, palco da grandiosa encenação, espalha-se num terreno de 70 mil metros quadrados, equivalentes a um terço da Jerusalém original. A cidade é cercada por uma muralha de pedra com sete portas e setenta torres de sete metros, além da qual a paisagem natural, semelhante à árida Judéia, empresta mais realismo ao cenário. No seu interior, os atores e figurantes são seguidos de perto por cerca de oito mil espectadores, que percorrem os arruados e os nove palcos-platéia.

Com 100 mil m², nove palcos monumentais e a participação de 500 atores e figurantes, o espetáculo conta ainda com os mais modernos recursos tecnológicos de som, luz e efeitos especiais. A presença de artistas conhecidos nacionalmente é sempre uma atração à parte para o sucesso da Paixão.

O grande fascínio do espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém não está apenas na grandiosidade das construções, na atmosfera cristã que ali se respira e na beleza da história de Jesus. Está também na participação ativa do público, diante da mobilidade das cenas. Entre um ato e outro, uma multidão movida pela fé caminha entre os cenários, transportando-se por algumas horas à época de Cristo, revivendo sua saga e renovando os sentimentos cristãos. Do Sermão à Ressurreição, olhos atentos acompanham com paixão o resultado do trabalho de 40 anos, que transformou um sonho no maior teatro ao ar livre do mundo.

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Encenada durante duas horas e meia, a Paixão de Cristo de Nova Jerusalém é uma experiência única, a sua grande oportunidade de vivenciar a mais emocionante história da humanidade.

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Juarez Barcellos

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