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Mais de 120 atrações musicais em 7 dias de muita música, sendo  que em cada dia, são esperados mais de 100 mil pessoas na Cidade do Rock.

O Rock in Rio  é considerado o maior festival de música da atualidade com vários artistas que sinceramente gostaria muito de ver,  Stevie Wonder, Shakira, Rihanna, Paralamas, Titãs, Elton John, Red Hot Chili Peppers, Metallica, Ivete Sangalo, Skank, enfim, vários artistas consagrados.

Estrutura fenomenal que ocupará uma área com mais de 150 mil m².  São 4 palcos, entre eles o Palco Mundo e o Palco Sunset onde se apresentarão as principais atrações do festival.

A Tirolesa,  uma Roda Gigante e lojas temáticas também vão ser algumas entre as várias atrações na Cidade do Rock.

PROGRAMAÇÃO DOS SHOWS

No Palco Mundo se apresentarão os artistas consagrados internacionalmente como Elton John, Stevie Wonder, Evanescence, Rihanna, Katy Perry, Shakira, etc..

No Palco Sunset artistas brasileiros convidam outros artistas nacionais e internacionais e juntos criam Jam sessions, buscando ao pôr do sol encontros inéditos e inesquecíveis.

Na Tenda Eletrônica O som de DJ´s nacionais e internacionais entre os melhores do mundo na tenda mais agitada do festival.

Rock Street será uma uma rua cenográfica, inspirada em Nova Orleans (EUA), onde bandas de street jazz se apresentam em meio a bares e restaurantes.

Programação completa:

Fonte:  site Rock in Rio 2011

SHOWS NA TV

A Multishow irá transmitir a maioria dos shows ao vivo na TV paga e na TV aberta a Rede Globo.

Um pouco da história do Rock in Rio:

A ideia vem do empresário brasileiro Roberto Medina, que realizou no mês de janeiro de 1985 sua primeira edição, em plena transição da ditadura para a democracia: o Rock in Rio convidou o Brasil a comemorar a liberdade.

Em suas nove edições, sendo três no Brasil (1985, 1991 e 2001), quatro em Portugal (2004, 2006, 2008 e 2010) e duas na Espanha (2008 e 2010), o Rock in Rio reuniu mais de 5 milhões de pessoas, que aplaudiram ao vivo 656 bandas. Foram mais de 780 horas de música com transmissão para mais de 1 bilhão de telespectadores em 80 países.

O 1º Festival

O primeiro Rock in Rio aconteceu em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, em uma área de 250mil metros quadrados especialmente construída para receber o evento. Era o começo da democracia no Brasil, que foi celebrada com um grito de união e liberdade ao se abrir pela primeira vez as portas do país (e da América do Sul) às grandes atrações internacionais.

Quem participou dessa grande festa não consegue esquecer a emoção de ver e ouvir “Love of My Life”, na voz de Fred Mercury. Confira alguns desses momentos mágicos navegando pelos vídeos e fotos!

Artistas Internacionais:

AC-DC, All Jarreau, B’52, George Benson, Go Go’s, Iron Maiden, James Taylor, Nina Hagen, Ozzy Osbourne, Queen, Rod Stewart, Scorpions, White Snake e Yes.

Artistas Brasileiros:

Alceu Valença, Barão Vermelho, Blitz, Eduardo Dusek, Elba Ramalho, Erasmo Carlos, Gilberto Gil, Ivan Lins, Kid Abelha, Lulu Santos, Moraes Moreira, Ney Matogrosso, Paralamas do Sucesso, Pepeu Gomes e Rita Lee.

Mais no site oficial do Rock in Rio 2011

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Que tal um post onde vários cantores e instrumentistas, em videos, interpretam uma mesma música?

Existem vários cantores amadores que enviam seus videos para o Youtube. Então resolvi colocar uma música maravilhosa do grande Stevie Wonder chamada “Overjoyed”, claro primeiramente a interpretação maravilhosa do cantor, depois, que não deixa de ser uma homenagem ao mesmo, as interpretações  destes cantores quase anônimos da net. E também vou colocar o áudio da minha interpretação com meu sax, não poderia ficar de fora, rs.

O legal de tudo isso é perceber como cada artista, tem sua maneira de interpretar um mesmo tema, isso porque cada pessoa tem seu talento bem particular, independente de estudos,  aquilo que está dentro de cada um, é o que conta. E não se trata de um concurso para quem canta ou toca mais, apenas a comparação de estilos  mesmo.

Em um mundo que a mídia televisiva faz de qualquer  BBB celebridade, os  blogueiros devem dar voz para quem não aparece em lugar nenhum, ao não ser no bendito e sempre bem vindo Youtube.

Existem várias pessoas com talento por aí nesse mundão afora, mas que infelizmente não conhecemos por causa de uma indústria fonográfica, que muitas vezes, pensa no retorno financeiro que vão ter.

Stevie Wonder:

Dr Jay – instrumental:

Santibeus – instrumental:

Anônimo (muito bom diga-se de passagem):

Will Champlin:

Melissa Polinar:

John Scott Evans – violonista:

Mauro Bater – violonista:

Nenê Santos – saxofonista:

Bazement – baixista:

Edson José – sax:

não tenho câmera, então só tem o áudio, rs.

Talvez as pessoas se entediam com vários videos cantando ou tocando o mesmo tema, mas o propósito é mostrar como uma mesma música pode ter várias faces.

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O Smoth Jazz é um estilo musical criado a partir do tradicional Jazz, se cabe a comparação,  o  Chorinho é uma das ramificações do nosso Samba.

Para quem curte uma boa música instrumental, com arranjos bem trabalhados e músicos de primeira, é um prato cheio. Quem não é habituado a música instrumental, é um ótimo caminho para começar, pois é um estilo fácil de assimilar.

É um estilo que viaja pelas baladas românticas ao ritmo pulsante do funk. E depois tem muitos solos de sax, e esta é minha praia, rs.

O Smooth Jazz, também por vezes referida como “new adult contemporary music” (nova música contemporânea para adultos), é geralmente descrito como um gênero que usa, alguma improvisação, instrumentos tradicionalmente associados ao jazz e influências estilizadas do R&B, e também do funk e do pop. Desde o final da década de 1980 e na década de 1990 o estilo se tornou sucesso nas rádios.

Entre os  grandes músicos deste estilo, alguns se destacam, como Kenny G(Sax), Norman Brown(Guitarrista), Jeff Lorber(Pianista), Candy Dulfer(Sax), George Benson(guitarrista), Bernie Willians(Guitarrista),  entre outros…

Não é um ritmo muito conhecido no Brasil, mas quem conhece e ouve pela primeira vez, se apaixona.

Agumas rádios que só tocam Smoth Jazz:

KIFM 98.1 – San Diego – Califórnia – EUA

SMOTH FM 100.9 – EUA

Aqui uma apresentação ao vivo de Bernie Willians – “Go For It”:

Esta música de Jeff Lorber “Wild East”, para quem gosta de música instrumental é realmente maravilhosa:

O ótimo sax tenor de Euge Groove  em  “All For You”:

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Candy Dulfer é uma saxofonista de jazz holandêsa. O seu estilo de jazz enquadra-se no pop e no smooth jazz. Cada saxofonista tem seu estilo próprio, ela curti demais o Funk.

Alguns saxofonistas gostam que o timbre do sax soe suave, como o grande Kenny G, ela não, é gás total, muito bom o som de seu sax, explosivo e marcante. Além de ser uma gata.

Esta mulher detona no saxofone:

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vab-fotooficial

Infância e iniciação musical

Nascido em uma família de classe média do Rio de Janeiro, Victor, desde pequenino, sempre se mostrara interessado por música. Seus familiares, percebendo tal afeição pela arte, sempre o incentivaram e garantiram a ele um ambiente propício a sua educação musical. Cresceu portanto ouvindo boa música, do clássico ao jazz. Seus primeiros instrumentos foram uma gaita e uma bateria, que ganhara ainda criança. Com eles, Victor começou a tocar e a praticar as músicas que ouvia, sempre tendo o jazz como preferência. Mas foi só aos dezessete anos que ganhou de uma tia o instrumento que o consagraria, um saxofone alto.

Um novo mundo se abrira para Victor. Ele realmente gostava de sua gaita, e sempre copiava os solos dos discos de jazz que ouvia. Mas ela era muito limitada, sem recursos. Seu novo instrumento, por outro lado, o saxofone, era o mesmo utilizado pelos seus ídolos. Logo Victor começou a praticá-lo incansavelmente e mesmo sem nunca ter estudado formalmente música, começou a apresentar-se ao público, seja na escola onde estudava ou nas festas dos amigos. Em 1963, faz a sua primeira gravação, amadora, na casa de um amigo. Em 1964 passa a freqüentar as boates da zona sul, onde dava “canjas” nas jam sessions, prática comum na década de 60. Sob forte influência da bossa-nova e do jazz, Victor começa a desenvolver-se como um exímio improvisador, tanto que apenas um ano depois já estreava como profissional, na inauguração do “Clube de Jazz e Bossa” em Copacabana.

Primeiros discos, concursos e estudos no exterior

Em 1966 lança seu primeiro disco, o LP Desenhos, que foi recebido com muito entusiasmo pela crítica especializada, chegando a ser citado como o “primeiro grande disco de Jazz gravado no Brasil”[carece de fontes?]. Com o intuito de aprimorar seus conhecimentos teóricos e sua técnica começa a estudar com o saxofonista e maestro Paulo Moura. Ainda no mesmo ano viaja para Áustria e participa do Concurso Internacional de Jazz em Viena ganhando o terceiro lugar entre os saxofonistas. Depois do concurso permanece na Áustria estudando por quase um ano. No mesmo período inscreve-se no Festival de Jazz de Berlim, Alemanha, e obtém o título de melhor solista do Festival, além de uma bolsa de estudos na Berklee College of Music, Estados Unidos, considerada uma das melhores escolas de música do mundo.

Volta ao Brasil, antes de ir para a Berklee, e lança seu segundo disco, o LP Trajeto, também sucesso na crítica especializada. Em 1967 e 1968 fez apresentações com quartetos e quintetos empreendendo turnês por vários estados brasileiros. Seu espetáculo, Calmalmas, era patrocinado pela USIS e consistia em apresentações em teatros, universidades, rádio e TV.

Graduação na Berklee College of Music: evolução e amadurecimento

Em 1969 viaja para os Estados Unidos e conclui seus estudos no ano de 1973. Durante o período de sua graduação, Victor evolui e amadurece musicalmente. Desponta como um compositor hábil que consegue unir os elementos do Jazz, clássico e MPB fundindo-os com maestria, em uma união quase perfeita entre harmonia e melodia. Em uma de suas férias, em 1970 viaja ao Brasil para gravar mais dois discos, os LP’s Victor Assis Brasil toca Antônio Carlos Jobim, lançado no mesmo ano, e Esperanto, lançado em 1974. Ambos os discos, quando lançados, também foram muito bem recebidos pela crítica.

Regresso ao Brasil

Em 1974 muda-se definitivamente para o Brasil. Retoma sua carreira profissional, empreendendo viagens pelos diversos estados. Grava um disco em concerto, no Teatro da Galeria. Em 1976 apresenta a composição Suite para Sax Soprano e Cordas, executada pela Orquestra Sinfônica Nacional, sob a batuta do maestro Marlos Nobre. Em 1977 participa dos concertos no Museu de Arte Moderna e na Concha Verde, no Rio de Janeiro. No mesmo ano compõe trilhas sonoras para o cinema e televisão. Em 1978 é o destaque do Festival de São Paulo, deixando platéia, críticos e músicos impressionados.

Últimos anos e morte

Em 1979 grava seus últimos discos, os LP’s Victor Assis Brasil Quinteto e Pedrinho: Victor Assis Brasil Quarteto. Esta fase, que compreende os três anos que antecedem sua morte, é marcada como o ponto alto de sua carreira, onde ele consegue demonstrar mais claramente toda a maturidade de sua musicalidade. É nesta fase também que começam a surgir os problemas de saúde que o levaram à morte.

Por fim, Victor Assis Brasil falece no Rio de Janeiro no dia 14 de abril de 1981, vítima de uma doença circulatória rara e grave, a periartrite nodosa.

Reconhecimento nacional e internacional

Embora tenha estudado fora do país, Victor consolidou sua carreira profissional no Brasil, mas mesmo sendo um músico consagrado, era mais reconhecido no exterior do que em seu próprio país, e isso lhe doía muito. Apesar de ser aclamado como um mestre em um estilo originalmente americano, o jazz, Victor nunca esquecera suas raízes brasileiras, e sempre as expressou musicalmente seja em suas composições, seja em suas performances. Como músico enfrentou muitas dificuldades financeiras, principalmente porque os brasileiros não têm uma cultura de apreço à música instrumental.

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Já postei vários saxofonistas aqui, como Milton Guedes, Kenny G, Marcelo Martins, entre outros, mas hoje vou colocar um áudio onde participo tocando sax em uma gravação em estúdio com amigos aqui da minha cidade, a música é de autoria de Jarbas Pedroso e onde interpreta a sua criação. O legal é que me deixaram fazer alguns solos na música.

Tocar, é bom demais, criar melhor ainda, e quando se tem avós e tios músicos também, não sei se sou a oitava maravilha da música, mas acho que me defendo bem.

Bem, vamos lá, meu amigo Jarbas interpretando “Dona do meu coração”:

Já este daqui foi uma gravação ao vivo com o cantor gospel Carlos Fernandes de Barra Bonita – SP, no lançamento de seu CD, ficou legal principalmente esta música, toquei com uma banda super entrosada, muito boa.

A apresentação foi no Teatro Municipal de Barra Bonita – São Paulo.

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O sax tenor Sonny Rollins nasceu em Nova York em 7 de setembro de 1930, filho de pais que imigraram das ilhas Viregen Britânicas. Cesceu no Harlem, foi comteporâneo e parceiro de Milles Davis e John Coltrane. Criou fama como um dos maiores improvisadores da história do Jazz.

Com 78 anos, em outubro chega ao Brasil, irá se apresentar no Tim festival. Exemplo de persistência ele ainda procura se tornar um músico ainda melhor, pois segundo ele, todos os dias procura ensaiar, para que cada vez mais possa dominar o instrumento.

Sonny Rollins tocando quando jovem e uma apresentação atual:

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Juarez Barcellos

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