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Archive for janeiro \26\-03:00 2011

Babilônia

O ser humano tem mistérios que até Deus duvida, o que é falta total de pudor e moralidade hoje em dia, antigamente já foi um ato sagrado.

O costume pode assombrar as mais liberais das mocinhas de hoje, mas foi registrado pelo grego Heródoto, no século 3 a.C. Na Babilônia, nenhuma mulher se casava antes de passar pelo templo de Istar, deusa do amor e da fertilidade. Lá, ficava à espera do primeiro homem que lhe jogasse uma moeda. Os mais generosos jogavam três. Mas o que importa é que a mulher não podia recusar o parceiro: para os babilônicos, a deusa ficaria muito ofendida caso a oferta não fosse aceita, e o casamento da jovem não teria o menor futuro.

Segundo Heródoto, depois de pegar os trocados, a senhorita deveria tirar a roupa e transar com o estranho ali mesmo, no templo da deusa.

Outra pista histórica da fé em Istar é o poema da sacerdotisa Enheduana, filha do rei Sargão de Agade (2334-1179 a.C.), que alertava: “Desde que a senhora Istar desceu à terra do Sem-Retorno / O touro não cobre mais a vaca, o asno não se curva mais sobre a sua fêmea / O homem não se curva para a mulher na rua / O homem dorme em seu aposento / A mulher dorme sozinha”.

Já que estamos escrevendo sobre um, dos vários costumes do Império Babilônico, descobrir mais  sobre a história da Babilônia neste video, é uma grande viagem ao passado antes de Cristo(no total são nove capítulos):

“Deusas” casavam com reis

No mesmo período em que mulheres se prostituíam em nome de Istar, devotas de Inana – deusa da fertilidade dos sumérios – encenavam o casamento da divindade. Durante a celebração, que coincidia com o ano novo, uma mulher era escolhida na multidão para representar Inana. E o rei, tido como uma figura divina, transformava-se em Dumuzi, seu amante.

Após os primeiros cânticos, os dois passavam para um aposento à parte, na torre do templo – o zigurate. Lá, a mulher conduzia o monarca. Ela deveria dançar sensualmente, perfumar as coxas com aromas silvestres e deitar seu amante no leito, onde manteriam relações sexuais.

O rito estendeu-se pelo Oriente Médio, até ser incorporado à cultura grega. Inana foi substituída por Afrodite. E a prática passou a ser chamada, entre os gregos, de hieros gamos, ou “sexo sagrado”.

Sexo santo

• Os rituais de sexo sagrado foram uma prática comum em diversos povos por quase um milênio. Os relatos mais antigos sobre sacerdotisas-prostitutas estão no épico Gilgamesh, escrito por volta de 2500 mil a.C., em que a deusa adorada é a babilônica Istar.

• Existem diversas explicações sobre a origem dos ritos sexuais. Uma das mais aceitas é a de que as celebrações derivem dos ritos de casamento de tribos primitivas. Em muitas tribos, a mulher, antes de casar-se, era entregue a um outro homem.

• O povo romano foi o último a ver o sexo como sagrado. As mulheres iam até o templo da deusa Juno Sospita e, em troca de favores, transavam com estranhos. O fim do costume é explicado pela expansão do Império. Durante as guerras, os romanos passaram a cultuar deuses – protetores dos soldados.

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Que tal um post onde vários cantores e instrumentistas, em videos, interpretam uma mesma música?

Existem vários cantores amadores que enviam seus videos para o Youtube. Então resolvi colocar uma música maravilhosa do grande Stevie Wonder chamada “Overjoyed”, claro primeiramente a interpretação maravilhosa do cantor, depois, que não deixa de ser uma homenagem ao mesmo, as interpretações  destes cantores quase anônimos da net. E também vou colocar o áudio da minha interpretação com meu sax, não poderia ficar de fora, rs.

O legal de tudo isso é perceber como cada artista, tem sua maneira de interpretar um mesmo tema, isso porque cada pessoa tem seu talento bem particular, independente de estudos,  aquilo que está dentro de cada um, é o que conta. E não se trata de um concurso para quem canta ou toca mais, apenas a comparação de estilos  mesmo.

Em um mundo que a mídia televisiva faz de qualquer  BBB celebridade, os  blogueiros devem dar voz para quem não aparece em lugar nenhum, ao não ser no bendito e sempre bem vindo Youtube.

Existem várias pessoas com talento por aí nesse mundão afora, mas que infelizmente não conhecemos por causa de uma indústria fonográfica, que muitas vezes, pensa no retorno financeiro que vão ter.

Stevie Wonder:

Dr Jay – instrumental:

Santibeus – instrumental:

Anônimo (muito bom diga-se de passagem):

Will Champlin:

Melissa Polinar:

John Scott Evans – violonista:

Mauro Bater – violonista:

Nenê Santos – saxofonista:

Bazement – baixista:

Edson José – sax:

não tenho câmera, então só tem o áudio, rs.

Talvez as pessoas se entediam com vários videos cantando ou tocando o mesmo tema, mas o propósito é mostrar como uma mesma música pode ter várias faces.

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Juarez Barcellos

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